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Terça, 24 de maio de 2022

COLUNISTAS

Eduardo Ventura

A banda desafinou em Itajaí

17/02/2022 11h25 | Atualizada em 17/02/2022 17h46 | Por: Eduardo Ventura
O clube permaneceu em Itajaí, onde no sábado (19) enfrentará o Marcilio Dias, às 16h30. Foto: Gustavo Mejía/HLFC

Quando uma banda marcial sai para fazer uma tocata, antes da apresentação, o maestro observa o repertório, analisa o público, e organiza o seu elenco para uma grande apresentação. O maestro tem a obrigação de não deixar a banda desafinar, quando isso acontece, algo tem que ser feito logo, para não perder a mão do conjunto.
 
E lá se foi a invencibilidade do Hercílio Luz no campeonato catarinense da série A, sem motivos de terra arrasada, o clube permanece na liderança com dezessete pontos, já está classificado, não cai mais, e uma hora essa invencibilidade poderia cair. É nesse ponto que eu quero tocar.

Estive em Itajaí, pude observar de perto a individualidade de alguns jogadores querendo resolver tudo, na única defesa do goleiro Jeferson Romário, Luan, após driblar três defensores, claro, ia fazer um golaço. Mas ele poderia ter passado a bola para o Tito, que foi o jogador que mais teve bola negaceada durante os 90 minutos. Aliás, a insistência de Raul pode ter tirado Tito do jogo de sábado. O camisa 9 saiu de campo, no fim da partida, amparado por colegas e membros da comissão técnica.

No jogo de ontem (16), se o time perdesse, como tem "gordura para queimar", não seria algo desastroso. Então, por que não arriscar um pouco mais? Sim, colocar quem não vem tendo oportunidades, testar outros jogadores, como Vinicius Urbano ou Fabinho, que após a covid não voltou a ser o mesmo, o recém chegado Jean Martim, o zagueiro Douglas Silva, sequer tiveram uma chance. Fora Eduardo Meurer e Carlos Eduardo, que esperam uma oportunidade.
 

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Claro que todos sabem, quem escala é o treinador. Não concordo com a aquela história que o jogador se escala durante o treino. Após sete jogos, e com pouco período para treinar, o trabalho de comissão técnica é muito importante, alguém detecta algo que o comandante não enxerga.

E nessas horas, alguém tem que encostar no ouvido dele e falar que o desgaste, e os sete jogos no banco para alguns atletas, sem ter uma oportunidade, desmotiva. Ainda mais quando você sabe que o companheiro que está em campo não está nas condições ideais.

Importante dar oportunidade para quem está no banco, reoxigenar o ambiente e o atleta não ficar de cara feia. A derrota expôs as deficiências que o clube tem, muito por teimosia de alguns da comissão técnica, do que culpa dos atletas, que são escalados, relacionados e desempenham o que o treinador pede. 

Para encerrar, o que falar do adversário? Foi competente, fez o gol, marcou três pontos na tabela, encaminha a sua permanência na série A. No fim da partida fizeram muita, mas muita festa, e mereceram, pois o que vale, no caso deles, eram os três pontos, e de quebra a vaga no G8.

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