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Sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

COLUNISTAS

Lara Silva

Alguém já te perguntou o que é o amor?

10/10/2021 10h00 | Atualizada em 10/10/2021 20h16 | Por: Lara Silva

Pra mim, sim. Há uns bons meses. Lógico que a pessoa ficou sem resposta, porque eu não soube defini-lo de maneira correta e justa. Falar sobre o amor de pai/mãe e família, no geral, é mais simples, visto que é muito fácil a gente amar alguém que conhece desde o nascimento. O problema é tentar explicar o que entende-se por amor. Apesar de ter ficado sem responder, lá atrás, ontem eu enviei a resposta. Não que eu tenha descoberto o melhor jeito para finalizar o assunto, mas ouvi uma maneira bonita de falar sobre ele.

Certa vez, um amigo meu, seminarista, lançou a seguinte frase: "Amar é ter um motivo para morrer", referindo-se ao amor de Jesus, de Deus, pela humanidade. Falar isso em um contexto religioso soa comum. Mas, durante esses meses, eu fiquei pensando em uma forma mais terrena de responder sobre o amor. E essa resposta me veio através de uma história... de amor, obviamente. Aqueles registros que são contados com brilho nos olhos, sorriso largo e, mesmo depois de 20 anos, com a mesma intensidade, creio eu, que no começo. Até hoje, a esposa deixa um bilhete embaixo do prato do marido, na hora do almoço, escrito "aqui senta o homem mais lindo do mundo". Isso é algo tão singelo, mas tão significativo (pelo menos pra mim, uma pessoa que ama ouvir sobre o amor).

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A partir disso eu fui concluindo - ou reconcluindo - algumas coisas. A primeira delas é que o amor se traduz, na maioria das vezes, no que é simples. Não são presentes, viagens, cestas e flores, que definem esse sentimento. É o dia a dia, a vida compartilhada, os erros e acertos. É o bilhetinho deixado embaixo do prato, a música que lembra um momento especial, a saudade antes da pessoa ir embora. É o querer estar perto, mesmo com as dificuldades, é a escolha diária por aquele amor.

Não importa o tempo que passe nem as vezes que um machucou o outro. Não importa as muitas vezes que o erro prevaleceu, muito menos a incompatibilidade de alguns ideais. No fim, o que realmente importa é a decisão. De estar junto, de escolher um ao outro todos os dias, permanecer até quando parece não fazer mais sentido. No fim do dia, depois de um longo período de trabalho, o que vale é chegar e ter alguém para sorrir e sonhar junto, na certeza de que o mais importante já está ali. Eu desejo, pra mim e pra você que está lendo esse texto (um tanto quanto melancólico, o que não é nenhuma novidade pra essa coluna), que possamos chegar em casa e, embaixo do prato, ter um bilhetinho escrito: "Aqui senta a pessoa mais linda do mundo".

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