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Quarta-feira, 25 de maio de 2022

COLUNISTAS

Lucas Marques

Man on a Mission

28/04/2022 22h53 | Atualizada em 29/04/2022 18h49 | Por: Lucas Marques
Foto: Twitter Real Madrid/Reprodução

A palavra determinação é uma daquelas que possui vários significados na língua portuguesa. Um deles, segundo o dicionário, é o seguinte: forte inclinação a alcançar algo desejado.

E talvez não tenha adjetivo melhor para definir o estado de Karim Benzema na atual temporada: determinado. O centroavante de nacionalidade francesa, mas de origens argelinas, faz um ano com números (e atuações) que o colocam na primeira prateleira dos grandes craques no futebol europeu. Especialmente na Liga dos Campeões, o madridista segue entregando partidas históricas semana após semana e faz jus ao nome desta coluna. Karim é um homem em uma missão (o título remete a uma expressão muito utilizada na língua inglesa e, claro, a ótima música homônima).

 

Lucas Marques

Elencos campeões tem “prazo de validade?”

03/04/2022 23h18 | Atualizada em 04/04/2022 14h05 | Por: Lucas Marques
Foto: Conmebol/Divulgação

Quando o assunto são os times multicampeões do futebol recente, qual a primeira equipe que vem em sua mente? O Real Madrid, treinado por Zinedine Zidane, único tricampeão consecutivo da era moderna da Liga dos Campeões? Possivelmente o Barcelona, de Pep Guardiola e Lionel Messi, com a histórica marca de seis títulos em um ano? Ou até mesmo o Boca Juniors dos anos 2000, que empilhou taças na Libertadores, assombrou um continente e bateu de frente com grandes europeus no saudoso Intercontinental?

Poderíamos citar diversos exemplos de equipes que constituíram hegemonias em seus países e continentes, mas me chama atenção um fator: por que tão poucos times brasileiros seguem o mesmo caminho? O Santos de Pelé, o Flamengo de Zico e o São Paulo de Telê já constituem memórias distantes para o torcedor, e o Corinthians dos anos 2010, com seis títulos de primeiro escalão, passou por tantas reformulações e trocas de técnico que mal pode ser considerado um “mesmo ciclo” de conquistas, por assim dizer.

Então, vamos ao questionamento que traz o título desta coluna: os times vencedores têm “prazo de validade” no Brasil? O fim de semana que decidiu os campeões estaduais por todo o país traz a tese e a antítese para responder essa pergunta.

Lucas Marques

É ano de Copa do Mundo

04/03/2022 16h44 | Atualizada em 04/03/2022 20h00 | Por: Lucas Marques
Foto: FIFA/Divulgação

O evento que une torcedores e apaixonados por futebol ao redor do mundo e coloca os maiores craques do jogo frente a frente se aproxima. Especialmente neste ano, a Copa do Mundo da FIFA será disputada em novembro e dezembro e não nos usuais junho e julho, em virtude do escaldante verão qatari nos tradicionais meses da competição. 

Será 2022 o ano do nosso hexa? Talvez o bicampeonato consecutivo da fortíssima geração francesa? Ou a squadra italiana aproveita o embalo do título na Euro de 2021 e leva mais essa pra casa? Teremos que aguardar até o final do ano para descobrir, mas isso não quer dizer que o maior evento de seleções do mundo já não esteja rendendo assunto.

Por isso, o Grupo Catarinense de Rádios traz mais um produto pensado para nosso ouvinte: o podcast Cidade a Caminho da Copa. Eu, Lucas Marques, estarei na companhia de Matheus Aguiar e Eduardo Mota para debatermos tudo que envolve o extraordinário evento que é a Copa do Mundo e seus protagonistas. 
 

Lucas Marques

A primeira (e merecida) derrota do Hercílio Luz

17/02/2022 11h43 | Atualizada em 17/02/2022 17h54 | Por: Lucas Marques
Foto: Gustavo Meíja/HLFC

Imagine você, torcedor do Hercílio Luz, recebendo lá no início de janeiro a notícia de que o Leão do Sul seria o último invicto a cair no Campeonato Catarinense? Pois é, o cenário era improvável no início da competição, e segue sendo muito favorável ao Hercílio, mas a primeira derrota enfim veio. E deixou um gosto amargo.

A diferença que se pôde notar no Hercílio Luz desta quarta-feira não foi na escalação, já que Raul Cabral repetiu o time que bateu o Camboriú no Aníbal, mas sim a postura em campo. Jogando contra o taticamente organizado, mas tecnicamente fraco, Barra, no estádio que leva seu nome, o Hercílio Luz, em momento algum, fez valer sua superioridade dentro das quatro linhas. A equipe até controlou a posse de bola em dado momento do jogo e criou chances para sair na frente, mas o individualismo dos seus atacantes (que vem se tornando comum e precisa ser corrigido), impediu o Leão de balançar as redes. Quem não desperdiçou a chance que teve foi o Barra, que saiu na frente em um chute de raríssima felicidade de Dudu.

 

Lucas Marques

Raul Cabral não ousou sonhar, mas trouxe um bom resultado

10/02/2022 19h32 | Atualizada em 11/02/2022 18h11 | Por: Lucas Marques
Foto: Gustavo Meíja/HLFC

É possível resumir em algumas palavras a partida da última quarta-feira, contra o Concórdia: o Hercílio fez o jogo da realidade. O torcedor, empolgado com a liderança e embalado pela goleada sobre o Figueirense, se permitia sonhar. Raul, pelo contrário, manteve os pés no chão (e não digo isso como uma crítica) e trouxe um bom resultado do Oeste catarinense.

A escalação do Leão indicava uma equipe ofensiva: Raul deixou no banco o marcador Jonathan Cabeça, começando o jogo com os ofensivos Vitinho e Luan Ferreira a frente de Dener no meio. Porém essa impressão de ofensividade ficou apenas nos onze iniciais. Com a bola rolando, o Hercílio abriu mão da posse, criou pouco e viu um Concórdia superior, mas pouco efetivo para concretizar as chances em gol. 
As redes de Matheus Aurélio não foram balançadas por dois principais motivos: a qualidade do setor defensivo hercilista (destaco Rafael Lima, novamente muito seguro) e a falta de pontaria do atacante Lucas Batatinha, que deixou o campo com ao menos três chances claras desperdiçadas.

Lucas Marques

Sylvinho, Duilio e a falta de planejamento

03/02/2022 13h39 | Atualizada em 03/02/2022 16h37 | Por: Lucas Marques
Foto: Agência Corinthians

Em mais um capítulo da interminável dança das cadeiras dos técnicos brasileiros, Sylvinho já não é mais o comandante corintiano. Caiu após três rodadas disputadas no Campeonato Paulista, dias depois do presidente Duilio Monteiro Alves reafirmar sua “convicção” no trabalho do treinador.

O mesmo Duilio que assumiu a presidência do clube em novembro de 2020 prometendo austeridade financeira e profissionalismo na gestão, porém não tardou a abandonar tais premissas e gastar quantias astronômicas em contratações como Renato Augusto, Roger Guedes e Paulinho, adicionando mais alguns milhões a já enorme dívida alvinegra. Ah, a chapa pela qual Duilio foi eleito se chamava “Renovação e Transparência”. Risos.

É de se reconhecer que o trabalho de Sylvinho não era dos melhores. Com oito meses a frente do clube, via-se pouca evolução em campo e um futebol que nunca encheu os olhos da torcida, mesmo com a chegada dos reforços de peso acima citados. A quinta colocação no Brasileiro levou o alvinegro de volta a Copa Libertadores, mas não pareceu validar o trabalho do ex-auxiliar de Tite.

Lucas Marques

Sem brilho e com efetividade

27/01/2022 13h30 | Atualizada em 27/01/2022 18h40 | Por: Lucas Marques
Foto: Gustavo Meíja/HLFC

Com duas vitórias contra adversários diretos, uma defesa que ainda não foi vazada, e contando com a estrela de Garraty, o começo do Campeonato Catarinense não poderia ser melhor para o Hercílio Luz. As duas vitórias do Leão do Sul até aqui não foram brilhantes, mas mostram uma clara evolução do time que foi eliminado na Copa Santa Catarina. O objetivo estabelecido antes da bola rolar era a permanência na primeira divisão, porém, o torcedor mais otimista já se permite sonhar com algo a mais.

Contra o Próspera, uma primeira etapa muito abaixo da média. Peças que tiveram bom rendimento na primeira rodada, como Vitinho e Dentinho, entregaram pouquíssimo futebol nos 45 minutos iniciais do Orlando Scarpelli. De positivo, fica a atuação do lateral Paulinho, seguro na defesa, importante na construção de jogo e com qualidade nas poucas jogadas ofensivas pelo seu lado. 

Dener, que deveria ser a peça central para a saída de bola, se apresentava pouco e forçava os zagueiros a buscarem ligações diretas ao ataque, que só resultavam em entregar a posse de bola ao adversário. As outras duas peças do meio, Vitinho e Jhonatan Cabeça, acabaram anulados pela marcação do Time da Raça e contribuíram muito pouco tanto na construção quanto nas chegadas ao ataque. Do trio da frente, destaque negativo para Vinícius Urbano, sem sucesso nas disputas com a zaga e se associando pouco com os companheiros de ataque. Falando neles, as partidas de Pederzoli e Dentinho podem ser definidas como protocolares: não comprometeram, e nem entregar nada de diferente.

Lucas Marques

O São Paulo e a definição de insanidade

19/01/2022 18h57 | Atualizada em 20/01/2022 14h23 | Por: Lucas Marques
Foto: Reprodução Site Oficial/Rubens Chiri

Se você navega pelas redes sociais com certa frequência, é possível que já tenha esbarrado por aí na seguinte frase, atribuída a Albert Einstein: “a definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”

A citação, na verdade, não é de autoria do cientista alemão, e nem mesmo é a definição real de insanidade. Mas ela serve muito bem para definir o que é o São Paulo Futebol Clube dos últimos anos.

Ao fim de 2017, uma das piores temporadas recentes do tricolor paulista, o então presidente Leco (alvo da torcida pela gestão recheada de polêmicas e vazia de títulos), decidiu apontar como diretor de futebol o ex-jogador Raí. Sendo alguém do meio do futebol, ídolo da torcida e identificado com o clube, era uma aposta que fazia sentido.

Três anos, milhões de reais gastos e diversas contratações duvidosas depois, a "Era Raí" acabou. Martelo batido pelo atual mandatário Júlio Casares que, pasmem, sofre críticas pela ausência de grandes conquistas (um mísero Paulistão aí no meio, sejamos justos) e novamente, por polêmicas de gestão, como a recente alteração no estatuto do clube, que trouxe de volta a reeleição para presidente e diminuiu o número de conselheiros.

Lucas Marques

Além do passaporte

14/01/2022 02h01 | Atualizada em 14/01/2022 18h18 | Por: Lucas Marques

As tradicionais mesas redondas de futebol no Brasil têm alguns debates periódicos: as inúmeras especulações sobre transferências no início da temporada, os erros de arbitragem semanalmente cometidos por aqui, o baixo nível técnico das nossas partidas, e por aí vai. De uns anos para cá, essas discussões ganharam mais uma pauta: a qualidade dos treinadores estrangeiros contratados por clubes brasileiros.

Existe o grupo dos “protecionistas”, que defendem mais (!!) oportunidades para os treineiros tupiniquins, que aqui se revezam há anos nos cargos dos principais clubes. E há, também, de forma cada vez mais crescente, o grupo que chegou ao consenso de que, infelizmente, o outrora país do futebol, não soube acompanhar a tendência mundial de estudar e compreender o jogo.

O resultado desse atraso? Nomes como Abel Ferreira e Jorge Jesus, que não alcançariam algo além de uma humilde terceira prateleira na escala de treinadores do futebol mundial, chegam no maior campeonato da América do Sul, e empilham títulos de expressão com pouquíssimo tempo de trabalho. Os dois portugueses seguem escolas de futebol totalmente diferentes, mas a facilidade com que varreram os que aqui já estavam foi bem parecida.
 

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