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Segunda-feira, 23 de maio de 2022

COLUNISTAS

Milton Alves

A briga será entre Moisés e Jorginho

20/04/2022 05h15 | Atualizada em 20/04/2022 16h14 | Por: Milton Alves

O MDB pode estar ao lado de Carlos Moisés (Republicanos), nas eleições para governador em outubro? Pode.

O senador Jorginho Mello, do PL, seria o principal adversário do atual governador nessa disputa? Penso que sim.

Mas não tem mais ninguém com chances de vencer? Tem, mas aí teríamos que nos deparar com uma outra conjuntura, que ainda não surgiu no horizonte dessas eleições de 2022.

Na verdade sou bastante cético em relação a candidatura do ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro. E esperar que a esquerda catarinense, mesmo com o reforço de Dário Berger, tenha cacife para chegar ao segundo turno, é meio que acreditar que o coelhinho bota ovo. Nem nos melhores momentos dos governos de Lula e Dilma o PT e seus puxadinhos obtiveram sucesso em Santa Catarina. Lula até já teve boas votações aqui, mas só ele. 

Por isso acredito que, caso as convenções confirmem seus nomes, com o MDB apoiando o atual governador, sem qualquer desmerecimento a outros candidatos, a disputa deve ficar mesmo entre Jorginho Mello, candidato de Jair Bolsonaro, e Carlos Moisés, aquele que se elegeu em 2018 na onda bolsonarista, mas depois se desentendeu e deixou de apoiar o atual presidente da República. Disputa, aliás, que vem sendo prevista em todas as pesquisas feitas até então, como a do IPC em março. 

Outra conjuntura

A outra conjuntura seria uma terceira via. Aliás, essa famigerada “terceira via” não tem conseguido muito sucesso no cenário nacional, mas aqui em Santa Catarina, até que poderia vingar, e – a meu modo de ver - seria a única chance de desmontar a polarização que deve acontecer entre Jorginho e Moisés. Todavia, para que isso vire uma realidade, se faz necessário o surjimento de uma chapa encabeçada por um candidato com forte densidade política, tipo Esperidião Amin (Progressistas), aliado a PSD, PSDB e outros partidos mais, por exemplo. Se não for assim, só vão gastar tempo e encarecer ainda mais a campanha.

 

A torcida da Dona Ivete

 O que está me deixando curioso nessa possível disputa entre Moisés e Jorginho, é sobre o posicionamento da brusquense Ivete Appel da Silveira, viúva do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, e primeira suplente do senador Jorginho Mello, que é filiada ao MDB. Que sinuca de bico. De um lado poderá estar o seu partido, na vice ou, quem sabe, com um candidato à única vaga ao Senado que estará na disputa. Do outro, o amigo Jorginho Mello, que se vencer as eleições a transformará em senadora com mandato de quatro anos. Dona Ivete tem 79 anos e completa 80 em março. Menos mal se a disputa pelo governo ficar mesmo só entre essas duas chapas. Assim sendo, caso o MDB perca, ela vira senadora. Ao contrário, voltará a ver o partido por qual o seu marido tanto lutou, novamente no protagonismo da política catarinense.

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