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Segunda-feira, 23 de maio de 2022

COLUNISTAS

Milton Alves

A cidade de pernas para o ar

07/03/2022 06h10 | Atualizada em 07/03/2022 14h06 | Por: Milton Alves
Obras de frenagem e repavimentação da Getulio Vargas, no acesso ao Capivari. Crédito: Marcelo Becker

Tenho cantado essa pedra há algum tempo e tudo vai se confirmando, porém o mais importante me parece ser o fato da quase totalidade dos usuários de nossas vias públicas estarem aceitando os atropelos e inconveniências com paciência e racionalidade; aqueles que sabem que o desenvolvimento sempre tem um preço a ser pago. Só reclama mesmo quem está acostumado a viver de nariz virado para o mundo e se encaixa na categoria dos “chatos de galocha”. Os que são contra tudo e todos. Os azedos, maus perdedores que não engoliram até hoje a derrota acachapante de 2020. Estou falando, é óbvio, do canteiro de obras em que a cidade de Tubarão vem se transformando. 

O trator do Joares

A verdade é que, com ainda menos da metade das obras projetadas em andamento, o centro e vários bairros de Tubarão já sentem o impacto provocado pela nova estrutura de cidade que vai surgindo aos poucos. Sim, menos da metade, aliás, bem menos da metade. Imagino a hora em que todo o planejado estiver sob o ronco dos caminhões e máquinas. Já existe até uma brincadeirinha com a frase “sai da frente porque os tratores da Caio & Joares vem ai”.

Oito centímetros

Fui ver de perto como ficou a obra de restauração da avenida Getúlio Vargas, no conhecido acesso a Capivari, trecho entre a ponte Orlando Francalacci e a divisa com o vizinho município. Obra que a Setep executou em menos de cinco dias, com a fresagem e implantação de uma nova camada asfáltica em todo o trecho. O que chama atenção é a preocupação com a durabilidade. Uma camada de oito centímetros, afora o que sobrou na base antiga, deve fazer com que o asfalto dessa avenida dure por muitos e muitos anos. Desde que não seja retalhado por obras de subsolo, é óbvio.

Vergonha regional

Vamos ser sinceros. Nada mais justifica o atraso das obras de enrocamento e implantação dos molhes na barra do Camacho. Enquanto a dragagem de desassoreamento segue, mesmo que em ritmo não muito ágil, a etapa das pedras se mantém no papel. O argumento é que falta a licença por parte da APA da Baleia Franca. Afinal, quem manda nessa joça? E como é que foram liberar licitação sem as devidas licenças? Esses políticos de Jaguaruna, como sempre, se candidatando ao papel de “ridículos” do ano.

 

Obras na Getulio Vargas e a pista totalmente reestruturada. Só falta a sinalização.

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