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Terça, 24 de maio de 2022

COLUNISTAS

Milton Alves

A gafe do ministro

22/02/2022 13h27 | Atualizada em 22/02/2022 17h13 | Por: Milton Alves
Ministro da Educação ao lado do senador Jorginho Melo e do deputado federal Daniel Freitas na solenidade dessa manhã na Unisul.

Bem que a assessoria pessoal ou qualquer um outro integrante do Ministério da Educação presente ao evento, poderiam ter livrado o ministro Milton Ribeiro da gafe que cometeu no seu discurso na Unisul, ao se referir a obras paradas que estão sendo retomadas pelo MEC, sem fazer qualquer menção as de Tubarão, que são duas, e já há bastante tempo. Bastava orientá-lo a não entrar no assunto, a não ser que o ministro considere em definitivo a conclusão das duas creches, uma no São Martinho e outra no São João - Margem Esquerda, como responsabilidade da Prefeitura de Tubarão, pois todos sabemos que o prefeito Joares e o vice Caio se prontificaram a concluí-las com recursos próprios do municipio. Mesmo assim, se foi isso que se passou na cabeça do ministro, é de estranhar porque ele não se manifestou sobre a negociação entre MEC e Prefeitura Municipal. Seria uma grande oportunidade de, até mesmo, tirar proveito político disso a favor do presidente Jair Bolsonaro, pois não existe demérito algum em formalizar parcerias para concluir obras. O importante é que se conclua.

A verdade é que parece que o ministro nem sabia das duas obras paradas em Tubarão, ou sabia, mas nem memorizou que havia uma ligação das obras com a cidade em que se encontrava, tanto que falou de "boca cheia" que das quatro mil obras paradas que ele encontrou no ministério, deixadas pra trás pelos governos do PT/PMDB Brasil afora, duas mil o MEC já havia terminado, e que ele não descansaria enquanto não concluisse todas. E mais, citou senadores e deputados como parceiros nessas conclusões, pois são eles os elos de ligação entre o ministério e os reclames da população, prefeitos e vereadores. Fiquei a pensar: será que nossos representantes (e dois estavam ali: o senador Jorginho Melo e o deputado federal Daniel Freitas) nunca foram ao MEC lutar pela conclusão de nossas creches?   

De qualquer maneira não entendo pra que existem assessores que não são capazes nem de passar ao chefe, um breve relatório sobre quais ligações e, principalmente pendências, existem entre sua pasta e a cidade que vai ser visitada, nesse caso Tubarão, SC, onde tivemos o lançamento nacional do programa Educação Financeira na Escola. Quem já assessorou uma autoridade, seja do executivo ou legislativo, sabe que este é um dado elementar. Se nem pra isso os assessores servem, então manda embora.   

 

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