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Segunda-feira, 23 de maio de 2022

COLUNISTAS

Milton Alves

Bota uma porteira, prefeito!

14/02/2022 09h36 | Atualizada em 14/02/2022 13h43 | Por: Milton Alves

Não bastasse as placas, alertas no solo e faixa de pedestre elevada instalada, duas semanas atrás, mais um acidente aconteceu, nesse final de semana, no cruzamento das ruas Rui Barbosa e Coronel Cabral, no Centro de Tubarão. Um motorista que trafegava pela Cabral invadiu a preferencial e provocou o mesmo. Nas redes sociais um cidadão "lascou" um comentário, na medida certa: “se eu fosse o prefeito, mandava arrancar tudo e instalar uma porteira. Pois só assim pra segurar os burros e bois que dirigem nessa cidade”. Na mosca.    

Mais uma paralização  

Amigos vinham me perguntando se a obra estava parada e eu, confesso, nem tinha ideia de que isso pudesse estar acontecendo. Pensava que estava tudo dentro do prazo, e a paralisação dos trabalhos teria sido em virtude do famoso período de recesso de fim de ano. Mas não. Neste domingo, passando pelo local, confirmei com os próprios olhos que não existe, mesmo, mais nenhum movimento garantindo a sequência da instalação do sistema de iluminação da rodovia Ivane Fretta. Só ficaram vestígios do que já foi implantado.  

 

Cadê a Ecolux? (sequência…)

Difícil até de saber se a Ecolux Engenharia e Iluminação, empresa contratada para executar a obra, concluiu a fase subterrânea da instalação, pois no trevo de acesso ao São Martinho, no entroncamento com a SC 370, ficaram vários buracos abertos, como se ainda restasse algo a ser feito. Vale lembrar que ela iniciou a execução do sistema de iluminação da Ivane Fretta em 20 de maio de 2021, e o prazo estabelecido para a implantação de tudo, com cabos subterrâneos, postes e lâmpadas, era de seis meses, ou seja, até o dia 20 de novembro. O prazo já foi embora e a empresa sumiu. Cadê a Ecolux? Alguém sabe responder?   

Mais uma “cabeça” no Camacho

Não tem a história das obras que não saem do papel, porque diz a lenda que existe uma “cabeça de burro enterrada”? Pois é, agora surgiu outra na Barra do Camacho: a licença ambiental do enrocamento dos molhes. A empresa que vai executar essa etapa, a Confer de Criciúma, diz que está tudo liberado, só faltando a Ordem de Serviço. O IMA – Instituto do Meio Ambiente/SC, porém, diz que ainda falta o parecer da APA da Baleia Franca, que permitiu a retirada da areia, mas não se manifestou quanto às pedras. Por sua vez, nativos, veranistas e pescadores, que pagam essa "joça" toda, continuam a ver navios, esperando que os burocratas do poder encontrem uma solução. É "gentinha" complicada esse pessoal do meio ambiente.

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