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Terça, 24 de maio de 2022

COLUNISTAS

Milton Alves

É vacina ou insulina?

06/02/2022 22h13 | Atualizada em 09/02/2022 14h37 | Por: Milton Alves

Respeito totalmente os que pensam diferente, pois sei que a ciência precisa de tempo para achar soluções definitivas no combate as doenças. O que não é legal, e isso tem nos feito parecer um bando de idiotas, é um jogo asqueroso de narrativas de caráter eleitoreiro, com alguns propalando o que melhor lhes convém, e enfiando goela abaixo do incauto cidadão, regras e imposições. O governo de São Paulo, por exemplo, agora fala em quarta dose da vacina. Esse mesmo governo que desde o início da pandemia politizou o assunto e posicionando seu governador de forma escancarada como presidenciável. Antes, duas doses curariam, agora, já está em campanha pela quarta. Quantas virão depois?

Aliás essa incerteza, que está mais para "enrolação", me fez lembrar de uma postagem nas redes sociais na qual o autor perguntava: "é vacina ou insulina?". Ele fez referência aquela picadinha, que pessoas diabéticas precisam fazer, para assim controlar a insulina. Sei que não se deve fazer piada com doença, mas no fundo ele tem razão em perguntar.  Afinal o diabetes continua por aí, sequelando e levando pessoas à morte, mais que a Covid-19, sem que ninguém ligue muito para isso. 

Falta gente  

Sim, não falta dinheiro, nem capacidade aos servidores. O que falta é gente em número necessário para trabalhar. Foi isso que ficou claro na entrevista concedida a esse colunista na Cidade FM, pelo vice-prefeito Caio Tokarski, justificando a criação de alguns cargos comissionados e melhora de gratificação a efetivos. Segundo ele, Tubarão nunca teve tantos recursos para investir em obras e aquisições (cerca de R$ 150 milhões). Só que, para investir, é preciso projetar, licitar, fiscalizar e acompanhar os tramites. “O dinheiro não se transforma em obras no acaso. É preciso gente tocando os processos, e nós estamos com falta de pessoal”, afirmou Caio. “Perdemos nos últimos cinco anos mais de 250 servidores que se aposentaram, faleceram ou trocaram o serviço público pela iniciativa privada, sem reposição. Agora reclamam porque vamos criar 30 cargos para diminuir um pouquinho esse déficit. Não dá pra entender” finaliza o vice. 

Lealdade, uma questão de honra e probidade 

Alguns não gostaram de eu ter afirmado que enxergava certas atitudes da vereadora Ritinha, do PSD, como desleal para com o seu partido, e, principalmente, para com o seu colega de bancada Jairo Cascaes, que objetivando abrir uma vaga para ela na Câmara, chegou a assumir o cargo de secretário no município, função que ele não tinha intenção de exercer. Pois bem, considerando que lealdade é um propósito do cidadão baseado no respeito aos princípios e regras que norteiam a honra e a probidade, com fidelidade aos compromissos assumidos, só me resta perguntar: alguém tem outra definição para forma de agir da vereadora em questão, que combinava os votos com o partido, mas acabava votando ao contrário? Ou que costumava se pronunciar com críticas à colegas, inclusive aquele que saiu da Câmara para lhe permitir assumir a cadeira? Se tem, que apresente. E por favor, não me venham com a conversa fiada de que, em certas ocasiões, ela apenas agiu de acordo com os interesses dos eleitores que a colocaram lá. Ela não recebeu votos suficientes pra assumir a cadeira, e quanto o fez foi porque o Jairo permitiu. E "cá prá nós", se eu voto em um vereador que não respeita e nem honra a palavra assumida, ele deixa de ser meu representante. A não ser que eu queira eleger um dissimulado. Ai é outra questão.  

Resistência e perseverança  

Essa coluna não se destina aos esportes, mas o feito desse americano serve como exemplo a todos aqueles, homens ou mulheres, que buscam cuidar do corpo e perseveram quando se trata de tentar mais, conquistar mais. Prestes a completar 50 anos (isso acontece daqui há quatro dias), o surfista Kelly Slater, 11 títulos mundiais, conquistou no sábado - 30 anos após sua primeira das oito vitórias naquela praia - o seu 56º título de uma etapa do mundial, na lendária onda do Havaí. Ele já era o mais velho campeão de uma etapa do Mundial de Surfe quando ganhou seu 55º título em 2016, no Taiti. Agora repete isso em Pipeline, a Meca do surfe no planeta. O cara é de outro mundo.  

 

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