Sexta-feira, 24 de maio de 2024

COLUNISTAS

Milton Alves

Teatro é com Joice Baricalla

02/06/2023 06h30 | Por: Milton Alves

E a sempre alegre e divertida atriz, miss, modelo, influencer digital, comunicadora, locutora, ferromoça, voluntária e educadora social Joice Baricalla, assumiu nessa última quinta-feira, dia 1º de junho, as oficinas de teatro da Fundação Municipal de Cultura. Apesar de ser em caráter temporário, substituindo a titular professora Fernanda que entrou em licença maternidade, Joice se disse muito feliz por poder trabalhar nesses próximos quatro meses com as crianças, jovens e adultos matriculados nas oficinas de artes cênicas. “Estou realizando mais um sonho, que é o de passar um pouco do que tenho aprendido com a vida para os que se interessam por este tipo de arte. E tenham certeza que vou dar o meu melhor, enquanto a querida Fernanda vai curtir o seu bebê” arrematou a atriz. E Baricalla não perdeu tempo. Como as oficinas acontecem sempre às segundas e quintas-feiras nas dependências do Museu Willy Zumblick, ela já aproveitou essa quinta-feira, para passar e viver as primeiras experiências com os alunos, usando como base um texto do renomado humorista Hélio de la Peña. As aulas nas quintas são sempre a partir das 18h30. Já nas segundas tem aulas as 15h30 e as 18h30. Joice, porém, quer discutir com a Fundação Municipal a possibilidade de criar uma turma extra, mesmo que em caráter temporário, também às terças-feiras a partir das 15h30.

 

Os ovos de ouro dos Fundos de Pensão

Funcionários da ativa e pensionistas do Banco do Brasil estão apavorados com a possibilidade de mais uma vez o Governo Federal, leia-se “a turma do Lula”, colocar os fundos de pensão no lamaçal da corrupção, desvio de recursos e na beira do precipício provocado pelos péssimos investimentos, como aconteceu nos governos petistas do passado, onde quase quebraram todos eles em virtude do mau gerenciamento. Vale lembrar dos problemas que tivemos com o Petros da Petrobrás, o Funcef da Caixa Econômica Federal, o Postalis dos Correios e a própria Previ, do Banco do Brasil, que foram usados nos governos Lula e Dilma para fazer política econômica, com prejuízos incalculáveis de mais de R$ 50 bilhões. Até hoje a maioria dos servidores associados a estes fundos descontam mensalmente algum valor de suas folhas para repor os prejuízos. E a preocupação dos funcionários e pensionistas do Banco do Brasil tem razão de existir. A indicação por parte do presidente Lula, de um professor formado em história, com mestrado em história, e sem nenhuma experiência na área financeira ou administração de qualquer fundo, de pensão ou investimentos, para assumir o comando da Previ, como aconteceu com José Luiz Fukunaga, soa como um deboche. Apesar de recentemente um juiz federal ter atendido a uma Ação Popular, impetrada por associados, e ter impedido Fukunaga de assumir, ele voltou ao cargo como presidente da instituição dois dias depois, por decisão do Tribunal Federal da 1ª Região. Portanto, existem razões para se preocupar, sim. Ocorre que ninguém quer pagar mais essa conta, apesar de que (e isso sempre é bom lembrar) muitos desses funcionários de estatais terem feito o L em outubro do ano passado.

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