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Domingo, 05 de dezembro de 2021

COLUNISTAS

Rafael Matos

Jorge Lacerda: setor carbonífero ganha mais tempo para encontrar soluções

19/10/2021 08h58 | Atualizada em 20/10/2021 19h00 | Por: Rafael Matos
Foto: Divulgação

A venda do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda para a FRAM Capital significa mais tempo para buscar soluções para a atividade carbonífera na região sul. O programa Em Dia Com a Cidade, desta terça-feira (19), repercutiu os desdobramentos da negociação fechada na segunda-feira. O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, o presidente da Federação Interestadual dos Mineiros (PR, SC, RS), Genoir dos Santos, o Foquinha e o deputado federal Ricardo Guidi (PSD) comentaram o assunto.

“A transação é de suma importância para o Sul de Santa Catarina, isso dá tranquilidade para nós olharmos para o futuro. A Engie tinha um plano A (vender) e o plano B (desativar as instalações). No entanto, caso ocorresse a suspensão das atividades, isso iria causar imediatamente uma desestabilização nos municípios de SC. A Engie, foi referência em operação de usina, então foi muito importante, nesse período, de 98 até agora. A empresa trouxe para a economia de SC quase R$ 100 bilhões nesse período todo”, enfatizou Zancan.

“Eu não tenho dúvida de que a FRAM Capital tem o interesse de tocar até 2027, eu acredito que ela tem projeto para continuar a atividade de geração de energia a carvão, então com certeza, teremos um grande parceiro pensando na continuidade da nossa atividade”, salientou Foquinha, se referindo aos desdobramentos futuros entre a nova empresa e o setor carbonífero.

E sobre o prosseguimento do trabalho, o deputado Ricardo Guidi protocolou uma emenda à Medida Provisória 1055, da crise hídrica e pediu a extensão da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2027 para 2035. “Eu vejo com bons olhos essa transação, não só para o Sul e sim para todo o Brasil. Pois com a crise energética que estamos enfrentando, o momento se encontra caótico. E a continuidade das atividades da Jorge Lacerda é crucial para que o país consiga suprir essa demanda de energia elétrica. Contudo, para o Sul do estado, ela é fundamental, uma vez que garante a continuidade da indústria de carvão nos próximos anos. É o que CDE. Eu fiz uma emenda à Medida Provisória que trata sobre a crise hídrica, solicitando a extensão da CDE até 2035, para assim garantir essa atividade que é fundamental para a região e que envolve 20 mil empregos diretos e indiretos, além de atingir mais de 100 mil pessoas.”

 

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Confiram a íntegra das entrevistas:

 

 

Saiba Mais:

Complexo Termelétrico Jorge Lacerda da Engie é vendido para FRAM Capital

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