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Quarta-feira, 08 de dezembro de 2021
Geral

Grupo promove ato para exigir providências no transporte público de Palhoça 

Integrantes de movimento social reivindicaram por melhores condições e volta de itinerário com mais horários

Palhoça, 21/09/2021 23h20 | Atualizada em 21/09/2021 23h30 | Por: Fabricio Correia
Divulgação

O grupo se concentrou na tarde desta terça-feira em frente ao Prédio da Prefeitura de Palhoça no bairro Pagani. Com faixas e cartazes, os integrantes reivindicaram ao Executivo municipal por melhores condições, além da volta ao quadro de um antigo itinerário, no Bairro Ponte do Imaruim. Uma Professora que estava no protesto disse que depois que os ônibus da empresa deixaram de passar pela Av Elza Lucchi, muitos tem sido os transtornos para os usuários do transporte: " Pedimos novamente a circulação imediata dos ônibus por esta Avenida, hoje a única alternativa está sendo ir a pé até a Av Aniceto Zacchi ou mesmo ao Centro de Palhoça para chegar aos Bairros e isso, é um verdadeiro descaso com todos nós"; desabafou.


Segundo os manifestantes, a única linha de ônibus que circula na Av Elza Lucchi é o inter bairros, que não atende os horários de uma unidade pública de ensino, além de trabalhadores das imediações. O grupo informou que sequer os protocolos sanitários contra a COVID-19 são cumpridos, como o uso de máscaras, uso de álcool gel e até mesmo a higienização dos veículos ao final de cada trajeto.


Questionada sobre o assunto, a Prefeitura de Palhoça se limitou em dizer que fiscaliza o transporte público periodicamente.

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EMPRESA POSSUI HISTÓRICO DE REINCIDÊNCIAS


Em 2017, a Jotur foi multada quatro vezes. Na época, o então secretário de infraestrutura do município Eduardo Freccia, atualmente Prefeito disse: “Nosso cronograma é que a gente possa ainda esse ano lançar o edital para fazer uma nova concessão. A licitação metropolitana foi uma determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), depois de uma auditoria feita naquele ano.


Diante da falta de providências, moradores se mobilizaram após algumas semanas para pedir mudanças no transporte público na cidade e elaboraram um estudo com 300 páginas que foi entregue ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O documento apontou que os ônibus costumavam circular lotados, sem o cumprimento de horários e sem higiene. O documento foi avaliado pela 6ª Promotoria de Justiça de Palhoça, mas não houve prazo para um parecer.


Ainda em 2017, um ônibus articulado partiu ao meio enquanto trafegava com passageiros. Apesar do enorme susto, ninguém ficou ferido. Pouco mais de três meses depois, um outro ônibus ficou sem freio e bateu na traseira de um caminhão na BR-101, desta vez com oito pessoas feridas. Numa outra situação, um passageiro teve o braço atingido por estilhaços quando o vidro da janela estourou durante o trajeto.


Segundo levantamento feito por moradores num período de seis meses, quase 40 mil pessoas utilizavam o transporte coletivo municipal e intermunicipal de Palhoça por dia antes da Pandemia. Apenas uma empresa, a Jotur, presta o serviço na cidade há mais de 50 anos. 
A reportagem tentou entrar em contato com a Jotur, mas não obteve respostas até esta publicação.

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