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Terça, 24 de maio de 2022
Política

“Governo atual tem empréstimos muito mais caros do que este”, diz Colombo sobre acusações de Moisés

Durante esta semana, Moisés criticou um empréstimo de R$ 3 bilhões feito no governo de Raimundo Colombo. Ele argumenta que o empréstimo foi em um período em que SC teve fortes prejuízos com a alta do imposto de importação

Santa Catarina, 28/04/2022 11h34 | Atualizada em 28/04/2022 13h46 | Por: Bárbara Dias | Fonte: Rádio Cidade Tubarão
Foto: Agência Alesc/Divulgação

Durante esta semana, o governador Carlos Moisés postou no Twitter comentando sobre um empréstimo feito no governo de Raimundo Colombo (PSD), seu antecessor. Na publicação, Moisés declarou que o Estado pegou um empréstimo de R$ 3 bilhões em 2013, já pagou mais de R$ 1,5 bilhão (quase tudo de juros e encargos) e ainda deve praticamente os mesmos R$ 3 bilhões. Em entrevista a Lara Silva, no Jornal da Rádio Cidade desta quarta-feira (27), o ex-governador aponta que o atual chefe do executivo estadual está completamente equivocado em suas colocações. “Governador não está informado. A informação está completamente errada”, destaca.

Raimundo argumenta que o empréstimo foi em um período em que Santa Catarina teve fortes prejuízos com a alta do imposto de importação e que o recurso foi utilizado para quitar uma dívida de R$ 1 bilhão da Celesc e cerca de R$ 200 milhões para capitalizar o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Ele ainda detalha que, naquele ano, o empréstimo foi uma compensação dada pelo Governo Federal para SC os outros dois estados afetados com os impostos, Goiás e Espírito Santo. “Na época, perdemos uma receita de R$ 90 milhões por mês. O governo ofereceu um empréstimo muito favorável para estes três estados, era um empréstimo de 0,8% de juros ao ano, sete anos de carência e 25 anos para pagar”, completa. 

Em relação à dívida da Celesc, o ex-governador diz que dos R$ 3 bilhões, R$ 1 bilhão foi utilizado para quitar os valores, já que o empréstimo Governo Federal tinha juros muito menores do que os referentes à dívida. “O Estado fez um grande benefício com essa operação, isso nunca tinha acontecido antes, pegar um empréstimo e pagar o outro porque o juro era maior”, avalia. Ele alega que o governo atual fez uma série de empréstimos mais caros que o criticado por Moisés. “A informação é completamente falsa, veja que coisa absurda. Se eu fosse o governador, demitiria a equipe que deu uma informação tão errada”, reforça.
 

 

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