Sexta-feira, 12 de abril de 2024
Política

Apoiadores lotam Avenida Paulista em ato pró-Bolsonaro

Ex-presidente Jair Bolsonaro convocou apoiadores de todo o Brasil para ato que foi realizado neste domingo

São Paulo, 25/02/2024 18h03 | Por: Redação
Foto: Instagram / Pastor Silas Malafaia

O ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista reuniu mais de um milhão de apoiadores vindos de todo o país. O encontro iniciou por volta das 14h30, mas antes disso, os participantes já se encontravam no local para garantir a presença.

Jair Bolsonaro chegou no palanque pouco depois das 15h, ao lado da esposa Michele, vestindo a camisa da Seleção Brasileira e segurando uma bandeira de Israel. A ex-primeira dama foi a primeira a discursar. Se mostrando bem emocionada em alguns minutos, ela falou por cerca de 15 minutos em um discurso puramente religioso, sobre a gratidão a Deus pelo “exército de homens e mulheres patriotas que não desistem da sua nação” e encerrou fazendo uma oração pelo Brasil e por Israel.

Michelle não foi a única a fazer um discurso religioso no evento, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e o Senador Magno Malta (PL-ES), também citaram passagens para ilustrar a situação atual do Brasil.

O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos) manifestou apoio ao ex-presidente, a quem chamou de amigo e afirmou que é o responsável por um legado deixado na Nação Brasileira. “Nós estamos aqui, hoje, para celebrar o amor ao nosso país, o estado democrático de direito e entender seus desafios, os desafios da representatividade. Este desafio e este desafio só será vencido com liberdade de expressão. Sem nenhum tipo de censura”, reforçou.

De acordo com informações divulgadas por Jair Bolsonaro, o evento foi custeado pelo pastor Silas Malafaia, líder religioso que não economiza manifestações de apoio ao ex-presidente e é crítico ferrenho do atual presidente Lula (PT). Ao longo da semana, esta informação precisou ser reforçada para impedir que golpistas tentassem arrecadar dinheiro usando uma falsa vaquinha que prometia custear o evento. 

O discurso mais incisivo no ato foi o de Malafaia, que citou Alexandre de Moraes e suas decisões durante as eleições de 2022.

Bolsonaro foi o último a discursar, por volta das 16h15. Relembrando a sua trajetória como presidente da República, a fala começou relembrando o atentado sofrido em setembro de 2018, durante a campanha eleitoral. Embora tenha falado “O abuso de alguns que trazem insegurança para todos nós”, o discurso não teve nenhuma citação direta ao STF ou seus ministros.

Afastando as acusações de que tentou dar um Golpe de Estado, Bolsonaro afirmou que “O que é um golpe? Golpe é tanque na rua, é arma, conspiração, é trazer classes políticas e empresariais para seu lado. E nada disto foi feito no Brasil”, definiu o ex-presidente da República.

Políticos catarinenses marcaram presença, como o governador Jorginho Mello e o senador Jorge Seif, que são colegas de partido do ex-presidente no PL. Além dele, os deputados federais e estaduais do PL. Jorginho Mello, foi citado no discurso de Bolsonaro, com um elogio pela criação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

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