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Quinta-feira, 02 de dezembro de 2021
Saúde

Em Brasília, representantes das secretarias municipais e estaduais de saúde se reúnem para discutir políticas públicas e futuras ações na área

O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina, Daisson Trevisol, integra o quadro de participantes do encontro.

24/11/2021 20h38 | Atualizada em 25/11/2021 07h29 | Por: Beatriz Godoy Taveira | Fonte: Prefeitura de Tubarão
Foto: Marcelo Casal Jr./ Divulgação: Agência Brasil

O diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde de Tubarão, Daisson Trevisol, está, desde segunda-feira (22), em Brasília, na condição de presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (Cosems) para reuniões do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (Conares).

As reuniões congregam todos os secretários das capitais dos Estados e presidentes dos Conselhos de Secretarias de cada Estado que, junto ao Ministério da Saúde, discutem ações e políticas públicas da área da Saúde para o próximo ano, além de debater algumas atividades de final de ano, como a campanha de vacinação contra a Covid-19.

 

 

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A liberação do uso de máscaras em ambientes abertos, como está acontecendo em muitos lugares, é um dos assuntos que geram expectativa na comunidade, porém, segundo Daisson, esse, por enquanto, não é um assunto levantado entre os líderes de saúde nacional. “No nível Federal não se discute ainda esta possibilidade. Alguns estados têm tomado essa atitude, mas nós estamos aguardando o posicionamento do Ministério da Saúde”, destaca.

Outro ponto discutido no encontro foram as preocupações dos secretários municipais de saúde em relação ao orçamento de 2022 para a saúde pública. “O SUS está bastante defasado temos vários problemas, dificuldades e situações para resolver, como as cirurgias eletivas, que é são um gargalo muito grande. Além disso, nós temos que focar nos municípios, na atenção básica e todo atendimento à população”, explicou Daisson.

O diretor-presidente ainda lembrou que, apesar dos números reduzidos de óbitos e internações hospitalares, ainda foi dado o alerta na reunião para que os municípios continuem se preocupando com a vacinação, já que, apenas quando for atingido a meta de 75% de toda a população vacinada pode-se comemorar. “A gente tem falado muito sobre isso nesta reunião, que muitas pessoas que têm morrido ou agravado, indo parar no hospital, são pessoas que não tomaram a vacina ou não tomaram a segunda dose, por isso a importância de se vacinar”, conclui.

 

 

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