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Quinta-feira, 02 de dezembro de 2021
SC

75% da população catarinense não conta com coleta de esgoto em casa, aponta estudo

A pesquisa “Benefícios Econômicos e Sociais da Expansão do Saneamento no Estado de Santa Catarina” foi divulgada na quarta-feira (27).

Tubarão - SC, 27/10/2021 07h50 | Atualizada em 28/10/2021 10h36 | Por: Lucas Marques
Foto: Pexels/Karolina Grabowska

O Instituto Trata Brasil disponibilizou, nesta quarta-feira (27), o estudo “Benefícios Econômicos e Sociais da Expansão do Saneamento no Estado de Santa Catarina”, que traz dados detalhados do saneamento básico no estado, como a porcentagem de catarinenses com acesso a água potável (89,1% dos residentes do estado) e com coleta de esgoto em suas residências (apenas 25,1% da população).

O Marco Legal do Saneamento Básico estipula que, até 2033, todos os municípios brasileiros cheguem a 89% da população com acesso a água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto.

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O estudo considerou os ganhos advindos de um futuro avanço do saneamento em dois períodos, de 2021 a 2040, que é o tempo definido pelo novo marco regulatório do saneamento, e o de 2021 a 2055, que é a extensão temporal usualmente empregada em contratos de concessão ou subconcessão. Para mostrar que a universalização continua trazendo benefícios, o estudo mostra também os ganhos do legado no futuro. Para se chegar à universalização seriam necessários investimentos de R$ 6,4 bilhões nos próximos 35 anos; recursos capazes de incorporar quase 2,5 milhões de pessoas no sistema de distribuição de água tratada e cerca de 6,3 milhões de pessoas no sistema de coleta de esgoto. Caso Santa Catarina invista esses recursos e chegue à universalização até 2040, o estado teria ganhos líquidos, ou seja, já descontados os investimentos necessários, de 14,8 bilhões em benefícios. Num período de 35 anos, ou seja, até 2055 os ganhos seriam de R$ 23,9 bilhões.

A pesquisa ainda conclui que a universalização do saneamento básico traria, no longo prazo, economia nos gastos com saúde, aumento da produtividade no trabalho, valorização imobiliária e crescimento na renda do turismo.

O programa Em Dia Com a Cidade recebeu um dos pesquisadores do estudo, Fernando Garcia, para comentar detalhes sobre o assunto. 

 

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