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Domingo, 25 de fevereiro de 2024
Segurança

Região registra cinco mortes por afogamento na pré-temporada: “Lugares sem guarda-vidas”

Considerado uma das principais causas de morte acidental, os afogamentos podem acontecer por alguns motivos, como estar em áreas de mar com correnteza, descuido ou falta de proteção em piscinas.

Amurel , 23/11/2021 11h36 | Atualizada em 23/11/2021 11h36 | Por: Lara Silva | Fonte: Rádio Cidade Tubarão
Foto: Governo de Santa Catarina/Divulgação

Com a chegada do verão, os registros de afogamento crescem em praias e piscinas. Dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático de 2020 mostram que, diariamente, 15 pessoas morrem afogadas. Na região atendida pelo 8° Batalhão de Bombeiros Militar, na pré-temporada deste ano, já foram contabilizadas cinco mortes. De acordo com o Major Rafael Fortunato Camilo, subcomandante do batalhão e coordenador da Operação Veraneio, esses casos acontecem em áreas em que não há a presença de guarda-vidas. “Nos tivemos óbitos em rios, lagoas, locais que ficam afastados das praias ou em dias e horários em que não há a presença dos profissionais. A nossa região tem como característica essa situação. Existem vários municípios e pontos que as pessoas frequentam para banho e sofrem o afogamento. A possibilidade de acontecer o salvamento, por parte do Corpo de Bombeiros, fica muito mais difícil, devido ao tempo-resposta”, admite.

Para piscinas públicas, como em hotéis e clubes, o Corpo de Bombeiros emite um regramento específico exigindo o dispositivo de segurança dos ralos. “Existe um dispositivo de proteção nos ralos. Normalmente, as piscinas novas já vem com ele instalado, que é para evitar a sucção do cabelo. O recomendado é que a saída esteja fechada enquanto a pessoa está utilizando a piscina. Primeira questão é sempre estar observando se o dispositivo está funcionando. Em caso de duvida, orientamos a chamar um técnico, para fazer a avaliação”, alerta.

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Responsável pela parte de segurança de piscinas em um hotel em Gravatal, Wagner de Medeiros Vieira diz que o ideal é que as piscinas não tenham os ralos. “Eles estão em parte estratégica da piscina, como na parte da tubulação, já para que não aconteça esse tipo de acidente. Existe, também, um sistema de segurança para prevenção e emergência. Todos os profissionais que atuam nessas áreas sao bem orientado para que fiquem atentos, a fim de não acontecer nenhum tipo de afogamento ou outro acidente. Fazemos um trabalho de orientação aos visitantes, para que desçam pela escada e não pule ou mergulhem de ponta. Queremos que todos aproveitem com o maior cuidado possível”, relata.

Na pré-temporada do ano passado, foram registrados dois óbitos por afogamento na região atendida pelo 8° Batalhão de Bombeiros Militar. O trecho compreende toda a Amurel, mais os municípios de Orleans e Garopaba.

 

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