SCTODODIA - Ligados em tudo

Escolha a sua região:

Invista no posicionamento digital da sua empresa com o Estúdio SContime!CLIQUE AQUI
Quarta-feira, 25 de maio de 2022

COLUNISTAS

Lucas Marques

O São Paulo e a definição de insanidade

19/01/2022 18h57 | Atualizada em 20/01/2022 14h23 | Por: Lucas Marques
Foto: Reprodução Site Oficial/Rubens Chiri

Se você navega pelas redes sociais com certa frequência, é possível que já tenha esbarrado por aí na seguinte frase, atribuída a Albert Einstein: “a definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”

A citação, na verdade, não é de autoria do cientista alemão, e nem mesmo é a definição real de insanidade. Mas ela serve muito bem para definir o que é o São Paulo Futebol Clube dos últimos anos.

Ao fim de 2017, uma das piores temporadas recentes do tricolor paulista, o então presidente Leco (alvo da torcida pela gestão recheada de polêmicas e vazia de títulos), decidiu apontar como diretor de futebol o ex-jogador Raí. Sendo alguém do meio do futebol, ídolo da torcida e identificado com o clube, era uma aposta que fazia sentido.

Três anos, milhões de reais gastos e diversas contratações duvidosas depois, a "Era Raí" acabou. Martelo batido pelo atual mandatário Júlio Casares que, pasmem, sofre críticas pela ausência de grandes conquistas (um mísero Paulistão aí no meio, sejamos justos) e novamente, por polêmicas de gestão, como a recente alteração no estatuto do clube, que trouxe de volta a reeleição para presidente e diminuiu o número de conselheiros.

Mas e no futebol, quem foi a grande aposta de Casares para arrumar a casa? Muricy Ramalho, alguém do meio do futebol, ídolo da torcida, identificado, mas sem experiência para gerir um departamento de futebol. Alguma semelhança?

Quando o clube se viu diante da decisão de demitir Hernán Crespo após o pior início de um Campeonato Brasileiro na sua história, a resolução dos gestores foi de incumbir a Rogério Ceni a missão de salvar a equipe do rebaixamento. O mesmo Ceni que, no nem tão longínquo 2017, foi demitido do São Paulo com o time na amarga 17ª posição, zona de rebaixamento do Brasileirão.

Por pouco, mas o ex-goleiro cumpriu a missão. Com o planejamento para 2022 em mente, o São Paulo conseguiu, enfim, se desfazer de Pablo, uma das heranças de Raí que custou mais de R$ 26 milhões aos cofres do clube, chegando do recém campeão sul-americano Athletico Paranaense. Não demorou para os gestores irem novamente ao Paraná, dessa vez para depositar alguns bons milhões em Nikão. Com certeza um nome mais pesado, e que deve entregar mais em campo que Pablo, porém, novamente uma aposta cara até demais para um clube com diversos problemas financeiros como o São Paulo.

Falando de contratações, vale mencionar também os possantes Rafinha e Alisson, que chegam com o currículo carimbado pelo recente rebaixamento no Grêmio, e o recém especulado Bruno Viana, que não deixou saudade alguma no Flamengo, seu último clube por aqui.

E assim o tricolor vai esperando resultados diferentes.

OUÇA NOSSAS RÁDIOS

SCTODODIA - Ligados em tudo Grupo Catarinense de Rádios
Alfredo Del Priori, 430 Centro | Criciúma - SC | CEP: 88801630
48 3045.5144
SCTODODIA - Ligados em tudo © Todos os direitos reservados.
Demand Tecnologia

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.