Segunda-feira, 15 de abril de 2024

COLUNISTAS

Katiane Vieira

5 fatos sobre motivação que muitas vezes são incompreendidos

10/04/2024 09h00 | Por: Katiane Vieira

Motivação é frequentemente vista como a chama que impulsiona indivíduos a alcançarem seus objetivos e superarem obstáculos. Considerada uma força motriz essencial para o comportamento humano, é um tema amplamente discutido tanto na psicologia quanto na neurociência.  

Poucos sabem, mas a motivação origina-se de complexas redes neuroquímicas, e é construída ao longo do tempo, começando nos primeiros anos de vida. Estes sistemas cerebrais que governam a motivação são influenciados por uma combinação de nossas experiências e genética, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento humano e na capacidade de alcançar metas pessoais e profissionais.  

No entanto, existem diversos mitos e mal-entendidos que cercam este conceito essencial. A seguir, exploramos cinco fatos científicos sobre motivação que são frequentemente incompreendidos, desvendando a verdadeira natureza deste poderoso motor humano. 

 

Fato 1: Motivação não é constante 

Primeiramente, é crucial entender que a motivação não é uma força constante ou inabalável. Diferentemente do que muitos acreditam, é natural que nossos níveis de motivação flutuem em resposta a variados fatores externos e internos. Este entendimento é vital!  

É um fato que, quando você entende, reconhece e aceita os altos e baixos da motivação, você para de se culpabilizarem por não se sentir sempre motivado. Além disso, reconhecer essa variação pode levar à adoção de estratégias para reacender a motivação quando necessário. 

 

Fato 2: Motivação intrínseca versus motivação extrínseca 

Outro ponto frequentemente mal compreendido é a distinção entre motivação intrínseca e extrínseca. A motivação intrínseca origina-se de dentro de cada um de nós, baseando-se no prazer e na satisfação derivados da atividade em si.  

Em contrapartida, a motivação extrínseca é impulsionada por fatores externos, como recompensas ou reconhecimento. Compreender essa distinção é fundamental, pois cada tipo de motivação tem seus benefícios e desafios, e a chave para uma vida produtiva e feliz pode estar no equilíbrio entre as duas. 

Ademais, o ambiente em que vivemos e trabalhamos pode ter um grande impacto em nossa motivação. Um ambiente estimulante, que oferece apoio e recursos (motivação extrínseca), pode potencializar a motivação, enquanto um ambiente tóxico ou desmotivador pode drená-la. Portanto, é essencial criar e procurar ambientes que nos inspirem e apoiem nossos esforços. 

Leitura sugerida: Automotivação: Como motivar a si mesmo!  

 

Fato 3: Complexidade da motivação e papel das emoções 

A motivação é influenciada por uma gama de fatores que incluem, mas não se limitam a estado emocional, contexto social e condições físicas. Esta complexidade significa que não existe uma abordagem única para todos quando se trata de motivar indivíduos. As intervenções para melhorar a motivação devem ser personalizadas e considerar a interação entre diferentes influências. 

Além disso, as emoções desempenham um papel significativo na motivação. Muitas vezes, subestimamos como sentimentos de alegria, medo, tristeza ou raiva podem influenciar nossa motivação. Por exemplo, o medo do fracasso pode ser tanto um motivador quanto um inibidor. Portanto, é importante reconhecer e entender nossas emoções, pois elas podem fornecer insights valiosos sobre nossas fontes de motivação. 

Leitura sugerida: Como desenvolver a Inteligência Emocional  

Fato 4: Limitações da recompensa previsível 

Contrariamente à crença popular, dar uma recompensa previsível pode não ser suficiente para sustentar a motivação a longo prazo. Pesquisas indicam que a previsibilidade da recompensa pode, eventualmente, levar à satisfação e diminuir a motivação. Isso sugere a necessidade de estratégias de motivação mais dinâmicas, que mantenham o interesse e o engajamento ao variar os tipos de recompensas e reconhecimento. 

 

Fato 5: Motivação e autocompreensão 

Por último, mas não menos importante, é um fato frequentemente ignorado: a motivação está intrinsecamente ligada à autocompreensão. Compreender nossos valores, paixões e metas é crucial para manter uma motivação autêntica e duradoura.  

Quando as pessoas alinham suas atividades e metas com seus valores internos, elas encontram uma fonte de motivação duradoura e profunda. Esse autoconhecimento nos permite alinhar nossas ações com o que verdadeiramente valorizamos, fornecendo uma fonte de motivação consistente e significativa.  

Em suma, a motivação é uma força complexa e multifacetada que varia de pessoa para pessoa. Desmistificar os equívocos comuns sobre a motivação pode não apenas melhorar a compreensão individual, mas também aumentar a eficácia com que buscamos nossos objetivos. Ao reconhecer e abraçar a natureza dinâmica da motivação, podemos encontrar caminhos mais claros e sustentáveis para a realização pessoal e profissional. 

A propósito, como anda o seu nível de motivação? 

Katiane Vieira

Como criar Hábitos de Sucesso

03/04/2024 09h18 | Por: Katiane Vieira

Hoje, quero conversar com você não apenas sobre hábitos de sucesso, mas sim sobre uma coisa que, acredito, nos une: a batalha contra os maus hábitos e a jornada em direção a um estilo de vida mais saudável e produtivo. Todos nós temos aqueles hábitos que gostaríamos de mudar. Seja procrastinar, lanches noturnos ou mesmo passar muito tempo nas redes sociais. Mas por que é tão difícil mudar? Por que essas rotinas insalubres parecem tão arraigadas em nosso dia a dia? 

O que muitos não percebem é que os hábitos moldam nossa existência e nosso futuro. Eles são as pequenas decisões que tomamos e as ações que executamos todos os dias. Mas mudá-los não é uma tarefa hercúlea inalcançável. Vou compartilhar com você uma das principais dicas que podem servir de ponto de partida para essa transformação. 

 

Entendendo e Mudando Hábitos: 

Para iniciar a mudança, é essencial compreender como formamos hábitos. Nosso cérebro cria padrões baseados em repetições constantes. Esses padrões, ou hábitos, tornam-se automáticos, liberando nossa mente para lidar com outras questões. É um mecanismo de economia de energia do cérebro, mas aqui reside o desafio: os hábitos, uma vez estabelecidos, exigem pouco a nenhum pensamento consciente para continuar. 

Entretanto, aqui está uma dica fundamental do meu livro, “Hábitos de Sucesso”: começar pequeno. A maioria das pessoas tentam mudar a vida de um dia para o outro. No entanto, a verdadeira transformação começa com passos pequenos, mas consistentes.  

Quer incorporar o exercício à sua vida? Comece com cinco minutos diários, não uma hora. Quer ler mais? Comece com uma página por noite. Essas pequenas vitórias acumulam-se e pavimentam o caminho para hábitos de sucesso maiores. 

 

Implementando hábitos de sucesso: 

Além disso, para realmente ancorar novos hábitos, você deve entender o ciclo de “gatilho, anseio, rotina, recompensa". Todo hábito inicia com um estímulo (um gatilho que inicia o comportamento), seguido pelo anseio (o estágio onde os desejos e necessidades entram em cena), depois pela rotina (o próprio comportamento) e termina com uma recompensa (o que seu cérebro recebe em troca do comportamento). Identificar esse ciclo em seus hábitos atuais pode revelar o que os sustenta, permitindo-lhe alterá-los ou substituí-los por melhores. 

Ademais, modificar o seu ambiente pode fazer maravilhas. Seu ambiente influencia fortemente seus hábitos. Quer parar de comer junk food? Remova-a da sua casa. Quer reduzir o tempo passado em redes sociais? Desinstale os aplicativos ou configure limites de tempo para seu uso. 

 

Mantendo hábitos de sucesso: 

Manter novos hábitos requer prática e paciência. Não se frustre com falhas ocasionais; veja-as como oportunidades de aprendizado. Cada tentativa, seja bem-sucedida ou não, é um passo à frente em sua jornada de hábitos de sucesso. 

Em suma, a jornada para cultivar hábitos de sucesso não é rápida, nem fácil, mas é incrivelmente gratificante. Ao mudar nossos hábitos, nós mudamos nossas vidas. Se estiver procurando um ponto de partida ou inspiração para essa transformação, “Hábitos de Sucesso” está aqui para ajudar. Deixe que este livro seja o seu guia no caminho para uma vida mais equilibrada, produtiva e satisfatória. 

Katiane Vieira

As dimensões do autoconhecimento: desvendados os 6 tipos existentes

27/03/2024 08h41 | Por: Katiane Vieira

Você sabia que existem diferentes dimensões do autoconhecimento? Pois é, existe! O problema é que a jornada rumo ao autoconhecimento é muitas vezes mal interpretada, relegada ao status de clichê ou simplificada como uma questão de identificar pontos fortes e fracos.  

No entanto, esta simplificação negligencia a profundidade e a complexidade do verdadeiro autoconhecimento, que transcende a autoanálise superficial para tocar as raízes de nossa existência e comportamento.  

Primeiramente, cabe esclarecer que autoconhecimento é uma faceta essencial da vida humana, moldando não apenas a maneira como nos vemos, mas também como interagimos com o mundo e com os outros. No artigo anterior "A importância do autoconhecimento e seu impacto nas gerações", discutimos sua relevância na formação de indivíduos conscientes e sociedades mais empáticas.  

Nesta continuação, mergulhamos mais fundo nas variadas dimensões do autoconhecimento, desvendando como cada uma influencia não apenas o desenvolvimento pessoal, mas também o tecido da nossa convivência coletiva. 

Em segundo lugar, é importante deixar claro que a verdadeira essência do autoconhecimento reside na compreensão de que ele abrange múltiplas dimensões do ser humano. Diferentemente da noção simplista, o autoconhecimento não se limita a conhecer nossas preferências ou antipatias; ele representa um entendimento abrangente de nós mesmos em diferentes níveis.  

Esta compreensão multifacetada influencia não apenas a nossa autopercepção, mas também a maneira como nos relacionamos com os outros e navegamos na sociedade. Ao promover uma maior compreensão de si, o autoconhecimento permite uma convivência mais harmoniosa e empática, facilitando a resolução de conflitos e a construção de relações mais significativas. 

 

Autoconhecimento Emocional 

O autoconhecimento emocional é o alicerce para gerenciar efetivamente nossas emoções e entender como elas influenciam nosso comportamento. Pessoas com elevado autoconhecimento emocional tendem a identificar as causas de seus sentimentos, compreendendo a relação entre emoções, pensamentos e ações. Essa compreensão permite não apenas a autorregulação emocional, mas também facilita a empatia, melhorando significativamente as interações sociais e contribuindo para um ambiente mais cooperativo e menos conflituoso. 

 

Autoconhecimento Intelectual 

A dimensão intelectual do autoconhecimento envolve reconhecer nossas capacidades cognitivas, nossas formas de pensar e aprender. Compreender nossos processos mentais e preferências de aprendizagem nos capacita a adaptar e otimizar nossas abordagens em diferentes situações, resultando em um desempenho melhor e mais eficiente. No contexto social, isso se traduz na habilidade de comunicar ideias claramente e compreender as perspectivas dos outros, facilitando o diálogo e a colaboração. 

 

Autoconhecimento Físico 

Conscientização física, ou autoconhecimento físico, é essencial para manter a saúde e o bem-estar. Reconhecendo os sinais do corpo e entendendo nossas necessidades físicas, podemos tomar decisões mais informadas sobre alimentação, exercício e descanso. Além de seus benefícios pessoais, um entendimento aprimorado de nossas necessidades físicas pode promover uma maior compaixão e paciência nas interações com os outros, reconhecendo que todos estão lutando suas próprias batalhas físicas e emocionais. 

 

Autoconhecimento Social 

Entender nosso papel e nossa imagem em contextos sociais é fundamental para navegar efetivamente nas relações humanas. O autoconhecimento social permite-nos identificar e ajustar nossos comportamentos em diferentes situações, contribuindo para relações mais autênticas e menos conflituosas. Esse tipo de autoconhecimento é crucial para construir laços significativos e sustentar comunidades solidárias. 

 

Autoconhecimento Espiritual 

Refletir sobre crenças, valores e princípios pode não apenas fornecer um sentido de propósito e direção, mas também facilitar a compreensão e respeito pelas crenças dos outros. O autoconhecimento espiritual incentiva uma busca por significado que ultrapassa o individual, fomentando uma sociedade mais tolerante e aberta. 

 

Autoconhecimento Profissional 

Compreender nossas habilidades e aspirações profissionais não beneficia apenas a carreira individual, mas também melhora a eficácia e a harmonia no ambiente de trabalho. O autoconhecimento profissional pode levar a uma colaboração mais eficiente e a uma maior satisfação no trabalho, contribuindo para um ambiente organizacional positivo. 

Cada uma dessas dimensões do autoconhecimento contribui para uma compreensão mais profunda e completa de si mesmo. Essa compreensão não é apenas um fim em si mesma, mas uma ferramenta vital para viver de forma mais autêntica, tomar decisões mais conscientes e construir uma sociedade mais compreensiva e integrada.  

Ao explorar e desenvolver diferentes áreas do autoconhecimento, podemos não apenas enriquecer nossas próprias vidas, mas também melhorar a maneira como vivemos em conjunto, tornando-nos membros mais conscientes, empáticos e eficazes da nossa comunidade global. 

Katiane Vieira

A importância do autoconhecimento e seu impacto nas gerações 

20/03/2024 09h39 | Por: Katiane Vieira

Pense por um momento sobre sua jornada educacional. Você se lembra de aprender sobre matemática, ciências, talvez um pouco de história e literatura, certo? Mas e sobre aprender a se conhecer, a gerenciar suas emoções ou a lidar com as suas finanças?  

Estranhamente, esses pilares fundamentais para uma vida plena e equilibrada raramente encontram espaço em nossos lares e, principalmente, em nossa educação formal.  

Não aprendemos na escola sobre autoconhecimento ou inteligência emocional, e se não aprendemos, como podemos ensinar nossos filhos? Assim, geração após geração, perpetuamos um ciclo de desconhecimento sobre nós mesmos.  

Isso é mais do que problemático; é uma deficiência sistêmica que afeta profundamente nossa qualidade de vida. Por isso, defendo veementemente a inclusão do autoconhecimento, da inteligência emocional e da gestão financeira nos currículos escolares. Somente assim podemos quebrar o ciclo e proporcionar às futuras gerações as ferramentas para uma vida mais consciente e realizada. 

 

Relacionamentos superficiais e a crise de autenticidade  

Primeiramente, é preciso entender que a ausência de autoconhecimento profundo nos faz navegar por relacionamentos como navios à deriva, movendo-nos sem direção clara. Este déficit de autoconhecimento conduz à formação de laços superficiais, impulsionados pela busca de aprovação externa, ao invés de verdadeiras conexões baseadas em nossa autenticidade.  

Em segundo lugar, compreender que essa desconexão interna pode resultar em um profundo sentimento de vazio e uma crise de autenticidade, levando-nos a questionar por que, mesmo rodeados de pessoas, podemos nos sentir tão isolados. 

 

Decisões desalinhadas e a necessidade de autoconhecimento  

Quantas vezes você tomou uma decisão pensando ser o que "deveria" fazer, sem realmente questionar se era o que "queria" fazer? A falta de autoconhecimento é como caminhar por uma floresta sem bússola; é fácil se perder no caminho para encontrar a própria felicidade e realização.  

Sem conhecer nossos valores, paixões e objetivos, corremos o risco de viver uma vida guiada pelas expectativas alheias, um eco distante do que poderia ser uma sinfonia pessoal e única. 

 

A crise silenciosa: Autoestima e Autoconfiança 

A base de nossa autoestima e confiança é fragilizada quando desconhecemos nosso verdadeiro eu, falando de forma mais técnica, nossa verdadeira identidade. Basear nosso valor na validação externa é construir castelos na areia: temporários e frágeis.  

Conhecer-se é empoderar-se; é entender que seu valor não deriva do julgamento dos outros, mas da sua essência e do seu caminho de vida. Sem esse conhecimento, estamos mais suscetíveis a dúvidas e inseguranças, impedindo nosso pleno desenvolvimento pessoal e profissional. 

 

O peso do desconhecido: estresse e ansiedade  

Ignorar nossas emoções e pensamentos internos serve como terreno fértil para o estresse e a ansiedade. Sem a clareza proporcionada pelo autoconhecimento, cada desafio se torna uma montanha insuperável, cada escolha, um labirinto de dúvidas.  

Aprender a se conhecer é o primeiro passo para gerenciar nossas emoções eficazmente, convertendo medo em ação e indecisão em escolhas conscientes. 

 

Reflexão final: o caminho para a consciência  

Autoconhecimento não é um luxo, mas uma necessidade básica. A importância do autoconhecimento transcende a mera autoajuda; é uma necessidade fundamental e um direito que deveria ser garantido desde cedo em nossa educação. Imaginemos o impacto revolucionário em nossa sociedade se, desde cedo, aprendêssemos não apenas a calcular e escrever, mas também a entender e gerenciar nossas emoções, a reconhecer nossos valores e a planejar nossas finanças com sabedoria. 

Estamos diante de uma oportunidade: quebrar o ciclo de gerações que não se conhecem e abrir caminho para uma era de maior consciência, empatia e realização pessoal. É hora de repensar e começar a investir em autoconhecimento e inteligência emocional, priorizar nosso desenvolvimento pessoal para construir um amanhã em que todos possam realmente viver, não apenas existir. 

Portanto, caro leitor, convido você, agora, a se tornar um agente dessa transformação.  

Afinal, dedique-se ao seu crescimento pessoal e torne-se um exemplo de força emocional e sabedoria. Ao fazer isso, não só cultivará um futuro mais brilhante para si, mas estará também pavimentando o caminho para que as próximas gerações possam florescer.  

A mudança começa em você: invista em seu autoconhecimento, cresça, e torne-se o farol que guia os outros em direção a um futuro de maior entendimento, compaixão e resiliência emocional. 

 

Katiane Vieira

Inteligência Emocional e perdão: a jornada para a reconciliação

13/03/2024 09h00 | Por: Katiane Vieira

A jornada do perdão e da reconciliação é complexa e profundamente pessoal. Em muitos casos, ela requer mais do que apenas a vontade de perdoar ou a intenção de se reconciliar. Aqui, a Inteligência Emocional (IE) surge como uma ferramenta valiosa, capaz de facilitar este processo. A IE, que envolve a habilidade de entender e gerenciar as próprias emoções e as dos outros, pode ser decisiva na superação de desafios emocionais e na construção de pontes para a reconciliação.

Neste contexto, a IE não é apenas um conjunto de habilidades interpessoais; ela representa um caminho para a empatia, o entendimento e a cura. Primeiramente, é fundamental levarmos em conta um mundo onde os desentendimentos e conflitos são inevitáveis, aprender a aplicar a IE nas relações pessoais e profissionais pode ser transformador. Este artigo busca explorar como as várias facetas da Inteligência Emocional podem ser empregadas para promover o perdão e a reconciliação, elementos essenciais para relacionamentos saudáveis e duradouros. 

A capacidade de perdoar e reconciliar é essencial não só para a saúde dos relacionamentos, mas também para o bem-estar individual. Guardar ressentimentos ou manter relações rompidas pode levar a um estresse emocional significativo. A IE oferece um meio de navegar por essas águas turbulentas, proporcionando não apenas a habilidade de entender e gerenciar emoções, mas também de resolver conflitos de maneira eficaz e empática. 

A inteligência emocional é a capacidade de compreender e gerenciar suas próprias emoções e as dos outros. Ela é essencial para o perdão e a reconciliação, pois nos permite lidar com as emoções negativas de forma construtiva e desenvolver empatia e compaixão pela pessoa que nos feriu.” (Goleman, 2006). 

Compreendendo as emoções: A chave para o autoconhecimento 

A IE permite-nos desvendar as complexas emoções que afloram durante o processo de perdão, como raiva, ressentimento, tristeza e culpa. Essa compreensão profunda é a chave para lidar com essas emoções de forma construtiva, evitando que sabotem nossos esforços para perdoar. 

Gerenciando as emoções: construindo pontes para a reconciliação 

Em primeiro lugar, é importante compreender que é através da IE, desenvolvemos habilidades para navegar pelas emoções negativas que surgem durante o processo de perdão. Técnicas como respiração profunda, meditação e mindfulness podem ser ferramentas valiosas para controlar a raiva, a ansiedade e o estresse, construindo pontes para a reconciliação. 

Empatia e compaixão: caminhando no lugar do outro 

Em segundo lugar, saiba que a IE nos permite desenvolver empatia e compaixão pela pessoa que nos feriu. Ao nos colocarmos no lugar do outro, podemos entender suas motivações e circunstâncias, facilitando o processo de perdão. 

Comunicação eficaz: abrindo espaços para o diálogo 

A IE nos ajuda a comunicar nossas necessidades e sentimentos de forma clara e assertiva, abrindo espaços para o diálogo construtivo com a pessoa que nos feriu. Essa comunicação eficaz é fundamental para a reconciliação. 

Autocompaixão: acolhendo a si mesmo 

A IE também nos permite desenvolver autocompaixão, fundamental para lidar com a culpa e o autojulgamento que podem surgir durante o processo de perdão. Essa ferramenta nos ajuda a acolher a nós mesmos com gentileza e compreensão, promovendo o autocuidado e a cura emocional. 

Inteligência Emocional e autoestima: fortalecendo o pilar da confiança 

A IE também é crucial para a construção e o fortalecimento da autoestima e autoconfiança. Ao reconhecermos nossas conquistas, praticarmos afirmações positivas, desenvolvermos habilidades pessoais e enfrentarmos desafios, podemos fortalecer nossa crença em nós mesmos e em nossa capacidade de superar obstáculos. 

Investindo em si mesmo: colhendo os frutos do bem-estar 

Ao investir na nossa IE para promover o perdão e a reconciliação, investimos simultaneamente em nós mesmos. No entanto, essa jornada de crescimento pessoal nos leva a relacionamentos mais saudáveis, a uma vida mais plena e satisfatória e a um maior bem-estar geral. 

Compromisso com a autocompaixão: a jornada para a felicidade duradoura 

Ao nos comprometermos com o autoconhecimento e a autocompaixão, estamos construindo as bases para uma vida mais enriquecedora e significativa. O perdão, a reconciliação e o amor-próprio caminham juntos, alimentando-se mutuamente e nos conduzindo a uma maior paz interior e felicidade duradoura. 

Afinal, lembre-se: a jornada do perdão é individual e não há um caminho único para todos. Seja paciente consigo mesmo e comemore cada passo que você der em direção à reconciliação, pois cada conquista, por menor que seja, é motivo de orgulho e celebração. 

Referências: 

  • Goleman, D. (2006). Social intelligence: The new science of human relationships. Bantam Books. 
Katiane Vieira

Redefinindo a força feminina: entre a resiliência e a vulnerabilidade 

06/03/2024 10h53 | Por: Katiane Vieira

No próximo dia 8 de março estaremos comemorando o Dia Internacional da Mulher, e como hoje é dia de coluna, desejo abrir um diálogo diferente. 
Em um mundo onde a força é frequentemente medida pela capacidade de permanecer inabalável diante das adversidades, o Dia Internacional da Mulher nos convida a refletir sobre a essência da verdadeira força feminina. Não pretendo reiterar as conhecidas conquistas e lutas enfrentadas por nós mulheres, mas sim explorar uma dimensão mais profunda e pessoal da nossa força. Quero falar sobre a dualidade entre a resiliência e a permissão para ser vulnerável, um território muitas vezes inexplorado na nossa jornada de autodescoberta. 

A sociedade tende a pintar o retrato da mulher como um pilar de força inquebrável, uma guerreira que não conhece o cansaço ou o desânimo. No entanto, essa visão unidimensional negligência a rica tapeçaria de sentimentos e experiências que definem a feminilidade. A verdadeira força, argumento eu, reside não apenas na resiliência, mas também na coragem de ser vulnerável. No dia de hoje, quero desmistificar a ideia de que ser forte significa estar sempre certa ou nunca cair. 

A Dicotomia da Força 

Historicamente, fomos ensinadas a valorizar a força como uma ausência de fraqueza, uma muralha que nos separa das nossas inseguranças. Mas, será que essa definição não está ultrapassada? Ser forte não deveria ser sinônimo de impenetrabilidade, mas sim de reconhecer quando e como expressar nossas emoções, medos e dúvidas. A verdadeira força emerge da nossa capacidade de enfrentar a vulnerabilidade, de aceitá-la como uma parte integral e não uma antítese da nossa essência. 

A Beleza da Vulnerabilidade 

Redefinir a força feminina exige que abracemos nossa vulnerabilidade como um ativo, não como uma falha. A vulnerabilidade é a porta para a empatia, a compreensão profunda e, acima de tudo, a conexão humana. É um convite para sermos genuínas, para derrubarmos as barreiras que nos impedem de ser plenamente humanas. Permitir-se ser vulnerável é, paradoxalmente, um dos atos mais corajosos. 

Equilíbrio e Autenticidade 

Encontrar o equilíbrio entre ser forte e vulnerável é uma jornada de constante autoconhecimento e aceitação. Não se trata de escolher um lado, mas de harmonizar os dois, permitindo-nos viver com mais autenticidade. A autenticidade nos liberta da necessidade de provar nossa força a todo momento e nos permite viver de acordo com nossos valores mais profundos. 

Convite à Reflexão 

Neste Dia Internacional da Mulher, convido cada uma de vocês a refletir sobre o que significa ser forte. Que possamos redefinir a força feminina não como uma armadura impenetrável, mas como um equilíbrio saudável entre resiliência e vulnerabilidade. Que a aceitação de nossa vulnerabilidade se torne nossa maior força, permitindo-nos construir relações mais autênticas e significativas, tanto com os outros quanto conosco mesmas. 

 

Katiane Vieira

Estratégias para reforçar autoconfiança e autoestima 

28/02/2024 09h57 | Por: Katiane Vieira

Em um mundo onde as expectativas e pressões são constantes, desenvolver uma autoconfiança e autoestima robustas é mais do que um ato de autoafirmação - é um requisito essencial para a saúde mental e o sucesso pessoal. Essas qualidades internas são o alicerce sobre o qual construímos nossas vidas, influenciando como interagimos com os outros, enfrentamos desafios e perseguimos nossos objetivos. No entanto, para muitos, construir e manter um forte senso de autoconfiança e autoestima pode ser um caminho repleto de obstáculos e incertezas. 

Um estudo da American Psychological Association destaca que a autoestima afeta praticamente todos os aspectos de nossa existência – desde nossas relações interpessoais até nossa capacidade de lidar com adversidades. A falta de autoconfiança, por outro lado, pode nos restringir, impedindo-nos de explorar nosso verdadeiro potencial e oportunidades. 

Este artigo explora as raízes da autoconfiança e autoestima e oferece estratégias eficazes para fortalecê-las. Ao entender e aplicar essas técnicas, podemos começar a desbloquear nosso poder interior, pavimentando o caminho para uma vida mais plena e realizada. 

 

Compreendendo as raízes da autoconfiança e autoestima 

A autoconfiança e a autoestima estão intrinsecamente ligadas à nossa percepção de valor próprio e capacidade. Elas são moldadas por uma variedade de fatores, incluindo experiências de vida, relações sociais e mensagens culturais. A maneira como interpretamos e internalizamos essas experiências desempenha um papel crucial na formação dessas qualidades. 

 

Estratégias para fortalecer autoconfiança e autoestima 

  1. Reconhecimento e celebração de sucessos: Muitas vezes, subestimamos nossas conquistas. É vital reconhecer e celebrar mesmo as menores vitórias, pois elas reforçam a percepção de nossa competência e valor. 

  2. Afirmações positivas e visualização: As afirmações podem remodelar nossos padrões de pensamento, enquanto a visualização ajuda a criar uma imagem mental de sucesso e realização. Ambas as técnicas são apoiadas por estudos como ferramentas eficazes no aumento da autoconfiança. 

  3. Desenvolvimento pessoal e profissional: Adquirir novas habilidades e expandir o conhecimento não só nos torna mais competentes, mas também contribui para uma maior autoconfiança. Isso pode incluir desde cursos formais até aprendizados autodidatas. 

  4. Enfrentamento de desafios: Encarar desafios, especialmente aqueles que tememos, pode ser uma experiência incrivelmente empoderadora. Cada desafio superado serve como prova de nossa capacidade e fortaleza. 

  5. Cuidado com a saúde mental e física: Exercícios físicos e uma dieta equilibrada têm um impacto direto na nossa autoimagem e percepção de autoeficácia. Práticas como yoga e meditação também são eficazes na melhoria da autoestima. 

  6. Prática da gratidão: A gratidão nos ajuda a focar no positivo e a reconhecer o valor de nossa jornada de vida. Manter um diário de gratidão pode ser uma prática poderosa nesse sentido. 

 

Desenvolver e manter uma autoconfiança e autoestima fortes é uma jornada contínua e dinâmica. Ao aplicar as estratégias discutidas neste artigo, podemos começar a desbloquear nosso potencial e a nos mover em direção a uma vida de maior satisfação e realização. Lembre-se, a jornada para reforçar a autoconfiança e a autoestima começa com o compromisso de se conhecer melhor e de se tratar com o mesmo respeito e compaixão que você oferece aos outros. É um investimento em si mesmo que rende dividendos ao longo de toda a vida. 

Katiane Vieira

A arte de dizer “Não” 

21/02/2024 13h40 | Por: Katiane Vieira

A dificuldade em dizer "não" é uma luta comum enfrentada por muitas pessoas, especialmente aquelas que se sentem pressionadas a atender constantemente às expectativas dos outros. Esse desafio está frequentemente enraizado no medo de desapontar alguém, na culpa por não ser suficientemente útil ou até mesmo na crença de que dizer "sim" é a única forma de ser valorizado. Esse comportamento pode levar a um excesso de compromissos e responsabilidades, causando estresse, esgotamento e, paradoxalmente, um sentimento de inadequação. 

Um estudo publicado no Journal of Social Psychology indica que a incapacidade de dizer "não" está frequentemente ligada a traços de personalidade como o altruísmo excessivo e a necessidade de aprovação. Contudo, aprender a estabelecer limites saudáveis é essencial para manter o equilíbrio na vida pessoal e profissional. 

 

Compreendendo a dificuldade de dizer “não” 

A relutância em recusar pedidos ou oportunidades muitas vezes vem de uma boa intenção: o desejo de ajudar os outros e ser percebido como cooperativo e competente. No entanto, ao não estabelecer limites claros, corremos o risco de sobrecarregar nossa agenda, negligenciar nossas próprias necessidades e até mesmo comprometer nosso bem-estar. 

 

Estratégias para aprender a dizer “não” 

  • Autoconhecimento: Entender suas prioridades, valores e limites é o primeiro passo. Isso ajuda a identificar quando um compromisso ou pedido está alinhado com seus objetivos pessoais e quando não está. 
  • Reconhecer a importância do “não”: Dizer "não" não é apenas sobre recusar pedidos; é uma forma de autorespeito e preservação da energia para as coisas que realmente importam. 
  • Praticar a assertividade: Ser assertivo significa expressar seus pensamentos e sentimentos de forma clara e respeitosa. Isso inclui a habilidade de recusar pedidos sem se sentir culpado. 
  • Estabelecer limites claros: Definir e comunicar seus limites é crucial. Isso pode envolver definir regras sobre sua disponibilidade ou o tipo de tarefas que está disposto a assumir. 
  • Aceitar que desapontamentos são inevitáveis: Não é possível agradar a todos o tempo todo. Entender e aceitar isso pode ajudar a aliviar a culpa associada ao dizer "não". 

 

Dizer "não" é uma habilidade vital que promove o respeito próprio e o equilíbrio na vida. Embora possa ser desafiador no início, especialmente para aqueles acostumados a dizer sempre "sim", é um passo essencial para evitar o esgotamento e viver de maneira mais plena e autêntica. Este artigo busca incentivar a reflexão sobre a importância de estabelecer limites saudáveis e oferece estratégias práticas para desenvolver a confiança necessária para dizer "não" quando necessário. Ao fazer isso, abrimos espaço para compromissos e atividades que trazem verdadeira satisfação e significado para nossas vidas. 

Katiane Vieira

O Desafio Pós-Carnaval 

14/02/2024 09h34 | Por: Katiane Vieira

A chegada do fim do carnaval no Brasil frequentemente sinaliza um novo começo - um momento em que as resoluções de Ano Novo, muitas vezes adiadas, são confrontadas com a realidade do calendário. Este fenômeno cultural, embora possa parecer peculiar, reflete uma tendência mais ampla de procrastinar metas e objetivos importantes. No entanto, enfrentar esse hábito e se comprometer com a ação pode ser o catalisador para transformações significativas em nossas vidas. 

Um estudo realizado pela Universidade de Scranton sugere que apenas cerca de 8% das pessoas cumprem com sucesso suas resoluções de Ano Novo. Essa estatística destaca uma lacuna comum entre a intenção e a ação. Portanto, após o carnaval, é hora de reavaliar nossas promessas e converter planos em passos concretos. 

 

O desafio pós-carnaval 

O período após o carnaval muitas vezes serve como um despertar, lembrando-nos das metas e objetivos que estabelecemos no início do ano. É um momento propício para refletir sobre nossas verdadeiras prioridades e o que é necessário para alcançá-las. 

 

Quebrando o ciclo da procrastinação 

A procrastinação, especialmente após períodos festivos como o carnaval, pode ser um obstáculo significativo. Para superar isso, é importante entender os motivos por trás da procrastinação, seja medo do fracasso, falta de clareza nas metas ou simplesmente o hábito de adiar. 

 

Estratégias para transformar resoluções em realidade 

  1. Definição de metas específicas e mensuráveis: Clarifique suas resoluções de Ano Novo, tornando-as específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais (SMART). 2.

  2. Desenvolvimento de um plano de ação: Divida suas metas em tarefas menores e mais gerenciáveis, estabelecendo prazos específicos para cada uma delas. 

  3. Criação de um sistema de responsabilidade: Compartilhar suas metas com amigos, familiares ou colegas pode aumentar sua responsabilidade e encorajá-lo a seguir em frente. 

  4. Cultivo da autoconsciência: Reconheça e confronte as desculpas que você usa para procrastinar. Práticas como a meditação podem ajudar a aumentar a autoconsciência e a focar no presente.

  5. Adoção de hábitos positivos: Substitua hábitos de procrastinação por rotinas produtivas. Pequenas mudanças diárias podem ter um impacto significativo a longo prazo. 

 

Agora que o carnaval acabou, pergunte-se: você continuará encontrando desculpas ou tomará as rédeas para realizar suas metas para 2024? O período pós-carnaval não é apenas um momento para retomar as atividades cotidianas; é uma oportunidade para refletir, reorganizar e revitalizar nossas resoluções de Ano Novo. Adotar uma abordagem pragmática e comprometida é o segredo para transformar promessas em realizações tangíveis. Este artigo serve como um lembrete e um guia para abandonar a procrastinação e abraçar a ação, abrindo caminho para um ano de sucesso e realização pessoal. 

Katiane Vieira

Foco e persistência: Você já desistiu de suas resoluções de fim de ano?

07/02/2024 10h17 | Por: Katiane Vieira

Em janeiro, compartilhei um artigo sobre as barreiras cerebrais que nos impedem de cumprir nossas resoluções de Ano Novo. Agora, em fevereiro, estamos no ponto crítico onde estudos mostram que cerca de 80% das pessoas começam a abandonar essas resoluções. Hoje, meu objetivo é diferente: quero inspirar você a não ser parte dessa estatística. Lembre-se, a persistência é a chave para transformar sonhos em realidade. 

Está provado que o arrependimento por não ter feito algo é muitas vezes mais doloroso do que o arrependimento por tentar e falhar. Uma pesquisa da Universidade de Cornell revelou que, ao olhar para trás, as pessoas se arrependem mais das coisas que não fizeram do que das coisas que fizeram. Essa é uma poderosa motivação para persistir em nossos objetivos. 

Inclusive, em 2004, quando minha vida deu uma reviravolta e eu me vi “no fundo do poço’, foi que eu li a frase que mudou minha vida: "Daqui a cinco anos, você vai desejar ter começado hoje". Esta frase simples, mas profunda, é um lembrete de que o tempo não espera por ninguém. Ela nos desafia a agir agora, a não deixar nossos sonhos e aspirações para depois. 

Dicas para manter o foco e persistir: 

  1. Reavalie e ajuste suas metas: Às vezes, precisamos ajustar nossas resoluções para que sejam mais realistas e alcançáveis. Não há vergonha em modificar o curso para melhor atender às suas circunstâncias atuais. 

  2. Visualize o sucesso: Pense em como você se sentirá ao alcançar suas metas. Essa visualização pode ser uma poderosa força motivadora. 

  3. Crie um diário de progresso: Documentar sua jornada pode ajudar a manter o foco e a ver quão longe você já chegou. 

  4. Encontre um grupo de apoio: Ter pessoas ao seu redor que compartilham de objetivos semelhantes pode aumentar significativamente suas chances de sucesso. 

  5. Celebre os pequenos sucessos: Cada pequeno passo em direção à sua meta é um motivo para comemorar. Essas celebrações podem aumentar sua motivação. 

Não deixe que as dificuldades de fevereiro o desviem de seus objetivos de Ano Novo. Lembre-se, cada dia é uma nova oportunidade para se aproximar de seus sonhos. Não se trata de nunca cair, mas sim de quantas vezes você está disposto a se levantar e continuar. Daqui a cinco anos, você vai agradecer por não ter desistido hoje. 

Dica de Ouro: Quer focar e persistir para alcançar suas resoluções para 2024? Sugiro ler o artigo que publiquei em janeiro intitulado "Como realizar suas resoluções de Ano Novo em 2024". Nele, você descobrirá por que encontra dificuldade sempre que quer mudar algo em sua vida. Esta leitura pode oferecer insights valiosos e estratégias para superar obstáculos comuns no caminho da mudança. 

Agora, quero ouvir de você! Como estão indo suas resoluções de Ano Novo? Enfrentou desafios em fevereiro? Compartilhe suas experiências e como você está planejando manter o foco. Vamos nos apoiar mutuamente para tornar 2024 um ano de realizações e crescimento. Deixe seu comentário nas minhas redes sociais, em @katianevieiraoficial, e vamos iniciar uma conversa produtiva!

Katiane Vieira

Desenvolvimento 360º

Escritora, treinadora e palestrante com foco em mudança de comportamento. Graduada em marketing, mestre em gestão de negócios e gestão de pessoas, várias formações e especializações em ciência do comportamento como: psicologia positiva, mindfulness, liderança, autoconhecimento, inteligência emocional, programação neurolinguística (PNL), coaching e neurociência do comportamento. Autora de vários livros sobre desenvolvimento humano e fundadora do Método E.C - Expansão da Consciência.

Opiniões do colunista não representam necessariamente o portal SCTODODIA.com.br

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