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Quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
Meio Ambiente

Cidade Sustentável: jornalista ressalta a importância da zona de amortecimento

Essa zona é responsável por filtrar os impactos negativos das atividades que ocorrem fora dela, como: ruídos, poluição, espécies invasoras e avanço da ocupação humana, especialmente nas unidades próximas a áreas intensamente ocupadas

Criciúma - SC, 11/12/2021 11h58 | Atualizada em 11/12/2021 11h58 | Por: Redação | Fonte: Rádio Cidade Em Dia
Foto: Divulgação

Os problemas ambientais urbanos são fenômenos que impactam diretamente no meio ambiente das cidades. Em muitas situações, esses fenômenos possuem causas naturais, mas que são potencializadas pela ação do homem, assim como pela acentuada transformação da natureza. Os elementos motivadores desses problemas ambientais nas cidades estão centrados em questões relacionadas à intensa modificação do espaço natural pelas atividades produtivas.

Partindo desse pressuposto, o programa Estúdio Cidade deste sábado trouxe o jornalista Zeca Virtuoso para comentar sobre o despacho proferido na última quinta-feira (09) pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda da Comarca de Criciúma, Evandro Volmar Rizzo que proferiu decisão favorável à Ação Popular do Morro do Céu.

“Seja qual for o montante em jogo, ele não paga a importância dos serviços ecossistêmicos que a cidade ganha com a sua preservação. O serviço ecossistêmico na verdade faz com que tenhamos nesta área central, a correlação com o espaço urbano e a umidade necessária que a cidade precisa ter, pra poder manter o microclima mais equilibrado. Consequentemente se você tem temperaturas mais altas, aquela área protegida em especifico na sua totalidade, faz com que o calor seja menos intenso na cidade”, salienta Virtuoso.

O jornalista também enfatizou a importância para que seja mantida a zona de amortecimento, espaço responsável por filtrar os impactos negativos das atividades que ocorrem fora dela, como: ruídos, poluição, espécies invasoras e avanço da ocupação humana, especialmente nas unidades próximas a áreas intensamente ocupadas.

“Se você tem uma área de uma floresta urbana mais preservada, você tem uma retenção da chuva nesta área muito maior do que teria se ocupasse a zona de amortecimento. Na medida que você tem a mudança na lei, que permitiu que haja construções na zona de amortecimento, área que representa 60% do total do Parque, isso tem um efeito negativo em relação ao ecossistema muito grande. As alterações que estamos promovendo vão naturalmente comprometendo a qualidade ambiental”, explica Zeca.

 

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