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Segunda-feira, 18 de outubro de 2021
Política

Moção de apoio à Luciano Hang é rejeitada pela câmara de vereadores da capital

Votação ocorreu durante sessão plenária; 6 vereadores estiveram ausentes

Florianópolis, 14/10/2021 16h40 | Atualizada em 14/10/2021 16h45 | Por: Fabricio Correia | Fonte: CMF
Divulgação

A câmara municipal de Florianópolis, em sessão nesta quarta-feira (13), rejeitou uma moção de aplauso ao empresário Luciano Hang, da Havan.

Foram 10 votos contrários e sete votos favoráveis à proposta apresentada pelo vereador Maikon Costa (PL). Votaram contra a proposição:

Adrianinho Flor (Republicanos)
Afrânio Boppré (Psol)
Carla Ayres (PT)
Dalmo Meneses (DEM)
Diácono Ricardo (PSD)
Edinon Manoel da Rosa, o Dinho (DEM)
Jeferson Backer (PSDB)
Josimar Pereira, o Mamá (DEM)
Pri Fernandes (Podemos)
Rodrigo Cássio (PSC)

Votaram a favor:

João Paulo Ferreira, o Bericó (PSL)
Gabriel Meurer (Podemos)
Gilberto Pinheiro, o Gemada (Podemos)
João Cobalchini (DEM)
Maikon Costa (PL)
Marcelo da Intendência (Republicanos)
Maryanne Mattos (PL)

Ausentes:

Cintia Mendonça (Psol)
João Luiz da Bega (PSC)
Manu Vieira (Novo)
Marcos José de Abreu, o Marquito (Psol)
Renato Geske (PSDB)
Roberto Katumi (DEM) - Presidente da Casa

 

MAIS SOBRE HANG


Luciano Hang, que na última segunda feira (11) completou 59 anos de idade, é um empresário brasileiro, co-fundador e proprietário da Havan, uma das maiores redes de lojas de departamentos do País, com mais de 150 lojas em todo o território nacional.

Sua fortuna está estimada em aproximadamente US$ 3,6 bilhões. Atualmente é o 21° mais rico do Brasil, segundo a revista Forbes.

A proposição rejeitada pelos vereadores de Florianópólis na votação, pretendia homenagear o empresário catarinense, que tem em sua rede de lojas, cerca de 22 mil funcionários em todo o país, “por serviços prestados à geração de renda, ao empreendedorismo e ao debate democrático de pautas políticas, sociais e econômicas”.
 

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CÂMARA JÁ HAVIA REJEITADO HONRARIA A OUTRA PERSONALIDADE

Em Dezembro de 2020, mês de encerramento da legislatura passada, os vereadores rejeitaram, em segunda votação, o título de cidadão honorário ao músico e ex ministro da cultura Gilberto Gil.

Com a aprovação na primeira votação, houve duras críticas da população da capital diante da proposição apresentada pelo vereador Afrânio Boppré (PSOL), que tinha como justificativa, a retratação de Florianópolis com o músico, preso com maconha para consumo em 1976, enquanto hóspede de um hotel no centro da Capital.

Diante da repercussão negativa, vereadores que tinham votado a favor da honraria na primeira votação, mudaram o voto na segunda e última por se sentirem pressionados.

Assim, a proposta foi rejeitada e acabou sendo arquivada.

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