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Segunda-feira, 23 de maio de 2022
Saúde

Itajaí faz pesquisa para saber se existe mosquito-palha no município

Pesquisa foi necessária depois da notificação de dois casos importados de Leishmaniose Visceral Canina, doença transmitida pelo mosquito

Itajaí - SC, 30/09/2021 16h30 | Atualizada em 30/09/2021 15h19 | Por: Daiana Brocardo | Fonte: Assessoria de Imprensa Prefeitura de Itajaí
Foto: Divulgação / PMI

Uma pesquisa entomológica quer identificar quais espécies de mosquitos existem no município de Itajaí, entre eles o mosquito-palha, transmissor da Leishmaniose Visceral e Tegumentar. Para isso armadilhas foram instaladas em locais estratégicos e estão sendo monitoradas desde a última quarta-feira (28).

A pesquisa foi necessário depois que a leishmaniose visceral canina foi diagnosticada em dois cães domiciliados no município, mas que contraíram a doença em outra cidade (importados). Até o momento, não há registro de caso autóctone da doença em Itajaí. Os flebotomíneos ou mosquitos-palha são pequenos insetos com um comprimento que varia entre 1 e 3 milímetros, além de ter pernas longas e o corpo com aspecto piloso.

Segundo Lúcio Viera, responsável pela Gerência de Zoonoses de Itajaí, "As ações de prevenção e orientação sobre a doença já foram desenvolvidas nas comunidades, a pesquisa é para se ter conhecimento da fauna na localidade, ou seja, um instrumento a mais para conhecer epidemiologicamente as chances de termos casos da doença na região", explica.

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A Leishmaniose Visceral é uma zoonose sistêmica causada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido aos humanos e outros animais por meio da picada da fêmea de insetos (flebotomíneos) do gênero Lutzomyia, conhecido popularmente por mosquito-palha. Esta espécie se infecta através do consumo de sangue dos animais que já haviam contraído a doença.

No Brasil, o cão é considerado o principal reservatório da doença nas áreas urbanas e a enzootia canina tem precedido a ocorrência de casos humanos. "Sabendo da gravidade, o trabalho da Vigilância Epidemiológica é o de conhecer e mapear a situação entomológica do município para amenizar as possíveis consequências da doença, evitando o aparecimento de casos", destaca Lucio Vieira.

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